- Donald Trump, ex-presidente dos Estados Unidos, expressou desapontamento após uma conversa telefônica com o presidente da Rússia, Vladimir Putin.
- Trump afirmou que a ligação deixou claro que Putin não tem interesse em encerrar a guerra na Ucrânia.
- O ex-presidente planeja se reunir com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, para discutir estratégias de negociação.
- O porta-voz do Kremlin, Dimitry Peskov, não comentou diretamente as críticas de Trump, mas afirmou que a Rússia prefere resolver a situação por meios políticos e diplomáticos.
- A pressão internacional por um cessar-fogo na guerra, que começou em 2022, continua a aumentar, enquanto Trump reafirma seu compromisso de mediar o fim do conflito.
O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, expressou desapontamento após uma conversa telefônica com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, realizada na terça-feira. Trump afirmou que a ligação deixou claro que Putin “não demonstra vontade de encerrar a guerra contra a Ucrânia”. O ex-presidente, que prometeu acabar rapidamente com o conflito ao retornar ao cargo, enfrenta pressão internacional para ser mais incisivo nas negociações.
Trump planeja se reunir com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, para discutir estratégias de negociação. Ele destacou que a conversa com Putin não trouxe progresso e que a situação continua preocupante. “Estou muito decepcionado com a conversa que tive hoje com o presidente Putin”, declarou Trump, enfatizando a falta de vontade do líder russo em buscar um acordo.
Reação da Rússia
O porta-voz do Kremlin, Dimitry Peskov, afirmou que Putin está atento às declarações de Trump, mas não comentou diretamente as críticas do ex-presidente. Peskov mencionou que a Rússia prefere resolver a situação na Ucrânia por meios políticos e diplomáticos, mas continuará com o que chama de “operação militar especial”.
A guerra entre Rússia e Ucrânia, que começou em 2022, gerou um clamor global por um cessar-fogo. Trump, que assumirá novamente a presidência em janeiro, reafirmou seu compromisso de mediar o fim do conflito. A pressão sobre os EUA para que atuem de forma mais decisiva nas negociações continua a aumentar, à medida que os líderes mundiais buscam uma solução pacífica para a crise.
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