- Uma faixa no antigo Hotel Leblon, no Rio de Janeiro, denuncia a violência do regime iraniano contra gays e mulheres.
- A mensagem afirma: “O regime iraniano mata gays e mulheres em praça pública.”
- Abaixo, destaca-se: “O regime do Irã não pode ser amigo do Brasil.”
- O Irã é criticado internacionalmente desde 1979 por suas severas restrições aos direitos humanos, incluindo punições severas para mulheres e condenações à morte para a comunidade LGBTQIA+.
- O prédio, que já foi cassino e motel, pertence ao empresário Daniel Birmann e serve como um lembrete das violações de direitos humanos no Irã.
Uma faixa no antigo Hotel Leblon, localizado na Av. Niemeyer, no Rio de Janeiro, denuncia a violência do regime iraniano contra gays e mulheres. A mensagem, visível a todos que passam pela área, afirma: “O regime iraniano mata gays e mulheres em praça pública.” Logo abaixo, em destaque vermelho, lê-se: “O regime do Irã não pode ser amigo do Brasil.”
Desde a implantação da teocracia islâmica em 1979, o Irã tem sido alvo de críticas internacionais por suas severas restrições aos direitos humanos. Mulheres enfrentam punições severas, como até 10 anos de prisão por não usarem o véu islâmico. Já a comunidade LGBTQIA+ pode ser condenada à morte por sua orientação sexual.
O prédio, que já foi um cassino de luxo e depois se tornou o primeiro motel da cidade, é atualmente de propriedade do empresário Daniel Birmann. A faixa é um lembrete contundente das violações de direitos humanos que ocorrem no Irã, destacando a necessidade de solidariedade e apoio a essas causas no Brasil.
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