- O Hamas anunciou disposição para negociar um cessar-fogo e a libertação de reféns em Gaza.
- Israel está avaliando sua resposta após operações que resultaram em 32 mortes em Gaza.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugere que um acordo pode ser alcançado na próxima semana.
- A proposta dos Estados Unidos inclui uma trégua de 60 dias, com a libertação de metade dos reféns israelenses em troca de prisioneiros palestinos.
- Desde o ataque do Hamas em 7 de outubro, 1.219 israelenses e mais de 57.300 palestinos morreram no conflito.
Israel está avaliando sua resposta após o Hamas anunciar disposição para negociar um cessar-fogo e a libertação de reféns em Gaza. As operações do Exército israelense resultaram em 32 mortes neste sábado (5), conforme informou a Defesa Civil. Nenhuma decisão foi tomada até o momento, afirmou uma fonte do governo israelense à AFP.
O Hamas declarou na sexta-feira que está pronto para “começar imediatamente” as negociações sobre uma proposta de trégua mediada pelos Estados Unidos, Catar e Egito. O presidente americano, Donald Trump, indicou que um acordo pode ser alcançado “na próxima semana”. A situação muda diariamente, reconheceu Trump, que se reunirá com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, na segunda-feira.
Moradores de Gaza expressam esperança por uma trégua. Karima Al Ras, residente local, afirmou que as passagens de fronteira devem ser abertas, permitindo a chegada de alimentos essenciais. A proposta dos EUA inclui uma trégua de 60 dias, durante a qual o Hamas libertaria metade dos reféns israelenses em troca da liberação de prisioneiros palestinos.
Desde o ataque do Hamas em 7 de outubro, 1.219 israelenses foram mortos, a maioria civis, enquanto mais de 57.300 palestinos perderam a vida na ofensiva israelense, segundo dados oficiais. O Exército israelense ampliou suas operações em Gaza, que enfrenta uma grave crise humanitária.
Recentemente, um ataque a um centro de distribuição de ajuda feriu dois funcionários americanos, mas ambos estão em condição estável. As restrições à imprensa dificultam a verificação independente das informações sobre o conflito.
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