- O Dinah Project divulgou um relatório afirmando que o Hamas utilizou violência sexual como parte de uma estratégia genocida durante o ataque a Israel em 7 de outubro de 2023.
- O documento, elaborado por especialistas em direito e gênero, pede justiça internacional e se baseia em testemunhos de sobreviventes.
- O relatório menciona casos de agressões sexuais, incluindo tentativas de estupro e estupros em grupo, ocorridos em locais como um festival de música e uma base militar.
- O Hamas nega as acusações, mas uma missão da Organização das Nações Unidas (ONU) encontrou “fundamentos razoáveis” para acreditar que houve violência sexual durante o ataque.
- O ataque resultou em cerca de 1.200 mortes e 251 sequestrados, levando a uma resposta militar de Israel em Gaza, que já causou mais de 57.500 mortes, segundo o ministério da saúde local.
Em um novo relatório, o Dinah Project afirma que o Hamas utilizou violência sexual como parte de uma estratégia genocida durante o ataque a Israel em 7 de outubro de 2023. O documento, elaborado por um grupo de especialistas israelenses em direito e gênero, pede justiça internacional.
O relatório se baseia em testemunhos de sobreviventes, incluindo uma mulher que relatou uma tentativa de estupro e 15 ex-reféns que estiveram em Gaza. A pesquisa aponta que a violência sexual foi uma tática deliberada para desumanizar a sociedade israelense. O Hamas nega as acusações, mas uma missão da ONU encontrou “fundamentos razoáveis” para acreditar que ocorreram violências sexuais durante o ataque.
O ataque resultou em cerca de 1.200 mortes e 251 sequestrados. Em resposta, Israel lançou uma campanha militar em Gaza, que já causou mais de 57.500 mortes, segundo o ministério da saúde local. O relatório do Dinah Project também menciona que três líderes do Hamas foram acusados de crimes contra a humanidade, incluindo estupro.
Detalhes do Relatório
O Dinah Project foi criado após os eventos de 7 de outubro para buscar justiça para as vítimas de violência sexual. O relatório, publicado recentemente, descreve a violência como “generalizada e sistemática”. Testemunhas relataram casos de estupros em grupo e agressões sexuais em várias localidades, incluindo o festival de música Nova e a base militar de Nahal Oz.
Os autores do relatório propõem um modelo legal para processar crimes de violência sexual em conflitos, mesmo quando a atribuição direta a perpetradores individuais é difícil. O documento conclui que a justiça é crucial para afirmar que a violência sexual em conflitos é uma violação grave do direito internacional e que os responsáveis devem ser punidos.
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