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Trump contrata cientistas que negam mudanças climáticas para sua equipe

Departamento de Energia contrata cientistas que negam mudanças climáticas, sinalizando uma nova direção nas políticas ambientais dos EUA.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discursa em evento com trabalhadores da indústria do carvão na Casa Branca, em Washington (Foto: Nathan Howard - 8.abr.25/Reuters)
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  • O Departamento de Energia dos Estados Unidos contratou três cientistas que contestam o consenso sobre as causas das mudanças climáticas.
  • Os novos funcionários são Steven E. Koonin, John Christy e Roy Spencer, conhecidos por suas visões divergentes em relação à ciência climática.
  • Essas contratações ocorrem após o governo de Donald Trump ter demitido cientistas e reduzido o financiamento para pesquisas sobre mudanças climáticas.
  • Koonin, Christy e Spencer têm opiniões que minimizam a influência humana no aquecimento global e questionam a ciência climática.
  • A situação levanta preocupações sobre a integridade da pesquisa climática nos Estados Unidos e indica uma possível mudança na abordagem do governo em relação às questões climáticas.

O Departamento de Energia dos Estados Unidos contratou três cientistas que contestam o consenso sobre as causas das mudanças climáticas, conforme revelado por registros do *The New York Times*. Os novos funcionários são Steven E. Koonin, John Christy e Roy Spencer, todos conhecidos por suas visões divergentes em relação à ciência climática.

Essas contratações ocorrem em um contexto de desmantelamento de políticas ambientais durante o governo de Donald Trump, que já havia demitido centenas de cientistas e reduzido o financiamento para pesquisas sobre mudanças climáticas. Além disso, o governo removeu referências ao tema de sites oficiais, levantando preocupações sobre a direção da política ambiental.

Koonin, autor de um livro que considera a ciência climática “incerta”, e Christy, que questiona a influência humana no aquecimento global, são figuras proeminentes nesse debate. Spencer, por sua vez, argumenta que as nuvens têm um papel mais significativo no aquecimento do que as atividades humanas. A contratação desses cientistas coincide com esforços da administração Trump para revogar a “constatação de perigo” de 2009, que reconhece os gases de efeito estufa como uma ameaça à saúde pública.

Embora não esteja claro qual será o papel específico dos novos contratados, a situação levanta questões sobre a integridade da pesquisa climática nos Estados Unidos. A maioria dos cientistas globalmente concorda que as atividades humanas, especialmente a queima de combustíveis fósseis, estão aquecendo o planeta, resultando em eventos climáticos extremos. A contratação de Koonin, Christy e Spencer pode indicar uma mudança significativa na abordagem do governo em relação às questões climáticas.

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