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Trump anuncia investigação comercial contra Brasil com apoio de lobby das Big Techs

Lobby das Big Techs pressiona EUA para investigar Brasil, citando barreiras comerciais e leis que afetam suas operações.

Um grupo de lobby, que inclui grandes empresas de tecnologia dos EUA como Google, Meta e Amazon, está por trás da ameaça de Donald Trump de investigar o Brasil. A investigação foi anunciada em 10 de julho de 2025, junto com um aumento nas tarifas de importação de produtos brasileiros. A Computer & Communications Industry Association (CCIA), que representa essas empresas, disse que a investigação é necessária para lidar com práticas comerciais desleais do Brasil. O grupo já havia feito um relatório em outubro de 2024, apontando ações do governo brasileiro que afetam os interesses das Big Techs. O representante do Departamento de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, vai liderar a investigação. O relatório critica a suspensão da rede social X, de Elon Musk, e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), alegando que isso prejudica investimentos e a liberdade de expressão. A CCIA também quer que o governo dos EUA pressione o Brasil a ter regras de privacidade mais flexíveis. Além disso, a taxação de produtos, como a “taxa das blusinhas”, é criticada por encarecer o comércio eletrônico, e o grupo pede um limite mínimo de 100 dólares para a aplicação de tarifas. A CCIA se opõe a propostas que regulam a Inteligência Artificial e a atuação da Anatel sobre plataformas digitais, dizendo que isso pode prejudicar a competitividade das empresas americanas no Brasil.

Um grupo de lobby financiado por grandes empresas de tecnologia dos Estados Unidos, como Google, Meta e Amazon, está por trás da ameaça de Donald Trump de investigar o Brasil. A investigação foi anunciada em 10 de julho de 2025, junto com um aumento nas tarifas de importação de produtos brasileiros. A Computer & Communications Industry Association (CCIA), que representa essas empresas, elogiou a decisão de Trump em nota oficial.

A CCIA alega que a investigação, baseada na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA, é necessária para abordar práticas comerciais desleais do Brasil. O grupo já havia elaborado um relatório em outubro de 2024, mapeando ações do governo brasileiro que afetam os interesses das Big Techs. O representante do Departamento de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, conduzirá a investigação.

Entre as críticas do relatório estão a suspensão da rede social X, de Elon Musk, e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A CCIA argumenta que a suspensão da rede social e a multa imposta pelo STF prejudicam o ambiente de investimentos e a liberdade de expressão. Além disso, a CCIA pede que o governo dos EUA pressione o Brasil a adotar regras de privacidade mais flexíveis.

A taxação de produtos, como a conhecida “taxa das blusinhas”, também é alvo de críticas. A CCIA argumenta que essa taxação encarece o comércio eletrônico e pede um limite mínimo de 100 dólares para a aplicação de tarifas. O grupo ainda se opõe a propostas que regulam a Inteligência Artificial e a atuação da Anatel sobre plataformas digitais, alegando que isso poderia prejudicar a competitividade das empresas americanas no Brasil.

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