- O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, e outros líderes do país ficaram feridos em um ataque israelense no mês passado.
- O ataque ocorreu em uma instalação governamental no oeste de Teerã, onde Pezeshkian estava reunido com chefes do Legislativo e Judiciário.
- Durante a fuga, os líderes sofreram ferimentos nas pernas, mas conseguiram escapar por uma saída de emergência.
- Pezeshkian confirmou a tentativa de assassinato em entrevista, afirmando que Israel foi responsável pelo ataque.
- O incidente ocorre em meio a tensões entre Irã e Israel, que recentemente reivindicaram vitórias na guerra, indicando um possível fim do conflito após a intervenção dos Estados Unidos.
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, e outros líderes do país ficaram feridos em um ataque israelense que ocorreu no mês passado. O ataque, que visava assassinar as autoridades, foi confirmado por Pezeshkian em entrevista. As informações foram divulgadas pelas agências de notícias Al Jazeera e Fars, vinculada ao governo iraniano.
O incidente aconteceu em uma instalação governamental no oeste de Teerã, onde Pezeshkian e os chefes do Legislativo e Judiciário estavam reunidos. Durante a fuga, eles sofreram ferimentos nas pernas. Fontes anônimas afirmaram à Al Jazeera que o objetivo do ataque era eliminar as três autoridades. A Fars, por sua vez, relatou que Israel pretendia atingir Seyed Hassan Nasrallah, líder do Hezbollah. O local foi atingido por seis mísseis, bloqueando rotas de fuga e cortando o fluxo de ar, mas os líderes conseguiram escapar por uma saída de emergência.
Em entrevista ao jornalista norte-americano Tucker Carlson, Pezeshkian declarou que Israel foi responsável pela tentativa de assassinato. Ele afirmou: “Eles tentaram, mas falharam”. O presidente também destacou que “não foram os EUA que estiveram por trás do atentado contra a minha vida”, reforçando a narrativa de que Israel estava por trás do ataque.
Recentemente, em 24 de junho, Irã e Israel reivindicaram vitórias na guerra que os opõe, indicando um possível fim do conflito após a intervenção dos EUA. A suspensão dos ataques foi vista como um sinal de que as tensões poderiam estar diminuindo, mas o ataque a Pezeshkian levanta novas preocupações sobre a escalada do conflito na região.
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