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Embaixador dos EUA pede investigação rigorosa sobre morte na Cisjordânia

Embaixador dos EUA em Israel pede investigação sobre a morte de palestino-americano agredido por colonos na Cisjordânia.

Mike Huckabee é um defensor vocal dos assentamentos israelenses (Foto: Reuters)
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  • O embaixador dos Estados Unidos em Israel, Mike Huckabee, pediu uma investigação rigorosa sobre a morte de Sayfollah Musallet, um palestino-americano agredido por colonos israelenses na Cisjordânia.
  • O incidente ocorreu na cidade de Sinjil, onde Musallet foi espancado, segundo o ministério da saúde palestino.
  • Musallet, que tinha cidadania americana e residia na Flórida, foi atacado enquanto visitava parentes na região.
  • A família afirmou que ele estava defendendo a terra da família contra tentativas de colonos de tomá-la e que colonos bloquearam uma ambulância que tentava socorrê-lo.
  • Huckabee, defensor de assentamentos israelenses, classificou o ato como um crime e pediu responsabilização pelos atos violentos.

O embaixador dos EUA em Israel, Mike Huckabee, solicitou uma investigação rigorosa sobre a morte de Sayfollah Musallet, um palestino-americano de 20 anos, agredido por colonos israelenses na Cisjordânia. O incidente ocorreu na noite de sexta-feira, na cidade de Sinjil, onde Musallet foi espancado, segundo o ministério da saúde palestino. Huckabee, que é um defensor de assentamentos israelenses, classificou o ato como um “crime e ato terrorista”.

A morte de Musallet, que possuía cidadania americana e residia na Flórida, ocorreu enquanto ele visitava parentes na região. Ele foi atacado junto com seu amigo, Mohammed al-Shalabi, de 23 anos, que foi baleado no peito. A família de Musallet afirmou que ele estava “protegendo a terra da família” contra tentativas de colonos de tomá-la. Além disso, relataram que colonos bloquearam uma ambulância que tentava socorrê-lo, resultando em sua morte antes de chegar ao hospital.

Reação Internacional

Após uma resposta inicial tímida dos EUA, Huckabee enfatizou a necessidade de responsabilização pelos atos violentos. Ele pediu que as autoridades israelenses conduzissem uma investigação “agressiva” sobre o caso. O ex-governador do Arkansas, que já expressou apoio a uma “Israel maior”, foi criticado por suas declarações sobre a guerra em Gaza e por apoiar a permanência de Israel nos territórios ocupados.

O ex-governador também se manifestou contra sanções aplicadas por aliados dos EUA, como o Reino Unido e a Austrália, a ministros israelenses de extrema direita, que foram responsabilizados por incitações à violência contra palestinos. A situação continua a gerar tensões, refletindo a complexidade do conflito na região.

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