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Mimo se destaca em Portugal ao preservar identidade e falar ‘brasileiro’

Festival Mimo inicia hoje em Amarante e reúne artistas de 13 nacionalidades, com expectativa de 70 mil visitantes nos próximos três dias.

Lu Araújo, fundadora do Mimo (Foto: André Henriques/Divulgação/Mimo)
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  • A sétima edição do festival Mimo começa hoje em Amarante, Portugal, com expectativa de receber 70 mil pessoas.
  • O evento promove a cultura brasileira e a união entre Brasil e Portugal, com foco na diversidade musical.
  • A fundadora e diretora do festival, Lu Araújo, destaca a nova comunicação que mistura português e brasileiro.
  • A programação inclui artistas de 13 nacionalidades e mais de 60 atividades culturais, com destaques como Ana Moura, Daddy G e Roberto Fonseca.
  • O festival também contará com DJs da cena portuguesa e de outros países, reforçando a diversidade cultural.

Os três dias do festival Mimo começam hoje em Amarante, Portugal, com a expectativa de receber 70 mil pessoas. Esta é a sétima edição do evento, que visa promover a cultura brasileira e a união entre Brasil e Portugal, destacando a diversidade musical.

A fundadora e diretora do festival, Lu Araújo, enfatiza a importância de uma comunicação que mescla o português e o brasileiro. “Encontramos o tom para o ‘idioma Mimo’, criando uma linguagem que todos entendem”, afirmou. A equipe optou por uma abordagem que respeita as identidades culturais, como a substituição de termos, por exemplo, “casa de banho” por “banheiro”, facilitando a compreensão.

Nesta edição, o festival contará com artistas de 13 nacionalidades e mais de 60 atividades culturais. Entre os destaques estão nomes como Ana Moura, Daddy G (Massive Attack) e Roberto Fonseca. O evento também abrirá espaço para DJs da cena portuguesa, como os brasileiros Farofa e Djiiva, além da venezuelana Caliente Isa.

A programação reflete a diversidade cultural, com apresentações de artistas da Argentina, Cuba, França, Senegal, entre outros. Lu Araújo destaca que, apesar de ser um festival brasileiro, a comunicação é inclusiva, buscando um meio-termo que respeite as diferenças linguísticas. A expectativa é que o Mimo continue a fortalecer laços culturais entre os dois países.

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