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Massacre em hospital de Suweida é denunciado com relatos de pacientes sendo baleados

Forças do governo sírio atacam hospital em Suweida, resultando em mortes de pacientes, incluindo crianças, e gerando indignação na comunidade drusa.

A explosão de violência na província de Suweida, majoritariamente drusa, no sul da Síria, tem causado alarme nos últimos dias (Foto: BBC / Jon Donnison)
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  • Forças do governo sírio são acusadas de um massacre em um hospital na cidade de Suweida, onde a comunidade drusa enfrenta repressão.
  • O ataque resultou na morte de pacientes, incluindo crianças, durante confrontos sectários.
  • Testemunhas relataram que soldados invadiram o hospital e dispararam contra os internados.
  • Funcionários encontraram corpos em decomposição em sacos plásticos no Suweida National Hospital.
  • O ministério da Defesa da Síria reconheceu “violações chocantes” e prometeu investigar as alegações.

Forças do governo sírio são acusadas de um massacre em um hospital na cidade de Suweida, onde a comunidade drusa enfrenta repressão. O ataque, ocorrido durante confrontos sectários, resultou na morte de pacientes, incluindo crianças. Testemunhas afirmam que soldados invadiram o hospital e dispararam contra os internados, desrespeitando a proteção de instituições médicas.

No Suweida National Hospital, corpos em decomposição foram encontrados em sacos plásticos, segundo relatos de funcionários. Dr. Wissam Massoud, neurocirurgião do hospital, descreveu a cena como uma “massacre”, afirmando que os soldados, ao invés de trazer paz, mataram pacientes de todas as idades. Estima-se que mais de 300 pessoas possam ter sido mortas, embora esse número não tenha sido verificado.

A cidade de Suweida, predominantemente drusa, está sob controle da comunidade, enquanto o governo tenta retomar áreas vizinhas. A situação é crítica, com acesso restrito e relatos de combates intensos entre combatentes drusos e beduínos. O ministério da Defesa da Síria reconheceu “violações chocantes” cometidas por indivíduos em fardamento militar, prometendo investigar as alegações.

A violência no hospital gerou indignação entre os moradores. Os relatos de um ataque a um menino de oito anos, que foi baleado na cabeça, exemplificam a brutalidade do conflito. A comunidade drusa, já vulnerável, enfrenta um cenário de terror e incerteza, enquanto as investigações sobre os eventos continuam em meio a um cerco militar.

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