A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) anunciou que o Brasil saiu do Mapa da Fome, com menos de 2,5% da população em risco de subnutrição entre 2022 e 2024. O país havia voltado ao Mapa da Fome em 2021, após sete anos fora, devido aos efeitos da pandemia. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu retirar o Brasil do Mapa da Fome até 2026. O Mapa da Fome mostra países onde mais de 2,5% da população enfrenta subalimentação grave. A saída do Brasil é vista como um passo importante para melhorar a segurança alimentar e combater a pobreza.
A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) anunciou, nesta segunda-feira, 28 de agosto, que o Brasil saiu oficialmente do Mapa da Fome. O resultado, segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, reflete a média entre 2022 e 2024, com o país apresentando menos de 2,5% da população em risco de subnutrição.
O Brasil havia retornado ao Mapa da Fome em 2021, após sete anos fora da lista, devido aos efeitos da pandemia. Na última vez que o país foi excluído, levou quase 12 anos para conseguir essa conquista. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) havia prometido retirar o Brasil do Mapa da Fome até 2026 durante sua campanha.
O que é o Mapa da Fome?
O Mapa da Fome é um índice internacional que identifica países onde mais de 2,5% da população vive em situação de subalimentação grave. A principal métrica utilizada é a “Prevalência de Subnutrição”, que mede o percentual de pessoas em risco de desnutrição. Quando esse percentual ultrapassa o limite de 2,5%, o país é incluído no Mapa.
Os dados são divulgados anualmente, mas a inclusão ou exclusão de um país considera a média dos últimos três anos. Essa abordagem visa evitar que variações pontuais, como crises econômicas ou desastres naturais, distorçam os resultados.
Impacto e Desdobramentos
A saída do Brasil do Mapa da Fome é um marco importante na luta contra a insegurança alimentar. O governo espera que essa mudança incentive políticas públicas voltadas para a segurança alimentar e o combate à pobreza. A expectativa é que o país continue avançando na redução da subnutrição e na promoção do acesso a alimentos adequados para toda a população.
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