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Três homens são condenados por roubo de moedas de ouro celtas de 2.000 anos na Alemanha

Três homens foram condenados por roubo de moedas celtas, com penas de até 11 anos, destacando a vulnerabilidade do patrimônio cultural europeu.

Polícia procura por moedas de ouro roubadas do Museu Kelten Römer em 2022. (Foto: dpa/picture alliance via Getty)
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  • Três homens foram condenados por roubar 483 moedas de ouro celtas do Museu Kelten Römer em Manching, Alemanha, em novembro de 2022.
  • O assalto foi planejado com a interrupção dos serviços de comunicação da cidade, dificultando o acionamento das autoridades.
  • As moedas, descobertas em uma escavação arqueológica em 1999, datam do século III a.C. e têm valor estimado em vários milhões de euros, embora o material valha cerca de €250.000.
  • Um dos condenados foi encontrado com ouro derretido, indicando que parte das moedas foi derretida. Setenta moedas continuam desaparecidas.
  • As penas variam de quatro anos e nove meses a 11 anos de prisão, e três dos réus estão ligados a roubos anteriores na Alemanha e Áustria.

Três homens foram condenados por roubar 483 moedas de ouro celtas do Museu Kelten Römer em Manching, Alemanha, em novembro de 2022. O assalto foi planejado com a interrupção dos serviços de comunicação da cidade, impedindo que o museu acionasse as autoridades durante o crime.

As moedas, descobertas em uma escavação arqueológica em 1999, datam do século III a.C. e têm um valor estimado em vários milhões de euros, embora o material em si valha cerca de €250.000. Durante a investigação, um dos suspeitos foi encontrado com ouro derretido, indicando que parte das moedas foi derretida. Setenta moedas estão desaparecidas.

Os quatro homens foram detidos no verão passado, após uma operação policial que envolveu buscas em 28 locais na Alemanha. A análise de DNA ligou três deles a uma série de roubos em Alemanha e Áustria desde 2014. O tribunal de Ingolstadt condenou os réus a penas que variam de quatro anos e nove meses a 11 anos de prisão. Um dos acusados foi absolvido do roubo no museu, mas condenado por outros crimes relacionados ao grupo.

As defesas pediram a absolvição dos réus, mas o tribunal não acatou os pedidos. O caso destaca a crescente preocupação com a segurança de patrimônios culturais na Europa, especialmente em relação a roubos planejados e organizados.

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