- A Rússia aumentou os ataques à Ucrânia desde a posse de Donald Trump, com 27.158 mísseis lançados entre janeiro e julho de 2025.
- Durante os últimos seis meses do governo de Joe Biden, foram lançados 11.614 mísseis.
- Trump estipulou prazos para um cessar-fogo, mas enfrenta resistência da Rússia, que intensificou os ataques, incluindo um grande ataque em julho com 748 mísseis de drones.
- O presidente americano deu um ultimato à Rússia, exigindo um cessar-fogo imediato e ameaçando novas sanções econômicas.
- A Rússia, com apoio do Irã e da Coreia do Norte, aumentou sua capacidade de ataque, produzindo 85 mísseis balísticos e 170 drones de ataque por mês.
Um levantamento da BBC revelou que a Rússia intensificou os ataques à Ucrânia desde a posse de Donald Trump, com 27.158 mísseis lançados entre janeiro e julho. Essa escalada contrasta com as promessas de Trump de resolver o conflito rapidamente. O relatório destaca que, em comparação, durante os últimos seis meses do governo de Joe Biden, foram lançados 11.614 mísseis.
Trump, que havia estipulado prazos para um cessar-fogo, agora enfrenta a resistência de Moscou. O maior ataque registrado ocorreu em julho, com 748 mísseis de drones atingindo várias cidades ucranianas, resultando em mortes e feridos. A escalada dos ataques coincide com a crescente pressão sobre Trump para que imponha sanções à Rússia, caso não aceite um acordo de paz.
Diplomacia em Jogo
Recentemente, Trump deu um ultimato à Rússia, exigindo um cessar-fogo imediato e incondicional. O prazo, inicialmente de 30 dias, foi reduzido para apenas 12. Caso não haja acordo, o presidente americano ameaçou impor novas sanções econômicas, afetando até mesmo países como o Brasil, que depende de importações russas.
A Casa Branca, por sua vez, enviou o principal negociador, Steve Witkoff, a Moscou, onde se reuniu com Vladimir Putin. O encontro foi descrito como “útil e construtivo”. Apesar das tensões, Trump expressou otimismo nas redes sociais, afirmando que houve “grande progresso” nas negociações.
Aumento da Capacidade Militar Russa
Enquanto isso, a Rússia, com apoio do Irã e da Coreia do Norte, ampliou sua capacidade de ataque, produzindo 85 mísseis balísticos e 170 drones de ataque por mês, o dobro do ano anterior. Essa escalada militar levanta preocupações sobre a possibilidade de um acordo duradouro entre as partes.
A situação permanece tensa, com a expectativa de que novas medidas sejam anunciadas em breve. A comunidade internacional observa atentamente os desdobramentos, enquanto a guerra continua a impactar a vida de milhões na Ucrânia.
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