Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Protestos e lágrimas marcam liberdade de acusado por assassinato em fazenda de porcos na África do Sul

Adrian de Wet se torna testemunha do estado e acusa proprietário da fazenda de assassinato de duas mulheres negras em Limpopo

0:00
Carregando...
0:00
  • O julgamento do assassinato de Maria Makgato e Lucia Ndlovu recomeça em 6 de outubro de 2024, na província de Limpopo, África do Sul.
  • Adrian de Wet, um dos acusados, teve as charges retiradas e agora é testemunha do estado.
  • De Wet alegou que Zachariah Olivier, proprietário da fazenda, foi o autor dos crimes.
  • Ele afirmou que foi forçado a descartar os corpos das vítimas em um cercado de porcos.
  • Os outros dois acusados, William Musora e Olivier, permanecem detidos e não se pronunciaram sobre as acusações.

O julgamento do assassinato de Maria Makgato e Lucia Ndlovu, ocorrido em agosto de 2024 em uma fazenda na província de Limpopo, África do Sul, recomeça em 6 de outubro. Três homens foram inicialmente acusados, mas Adrian de Wet, um dos trabalhadores da fazenda, teve as acusações retiradas e agora é testemunha do estado.

De Wet, de apenas 20 anos, alegou que o proprietário da fazenda, Zachariah Olivier, foi o responsável pelos assassinatos. Ele afirma que foi forçado a descartar os corpos das vítimas em um cercado de porcos, uma tentativa de eliminar evidências. O caso gerou grande indignação e exacerbou tensões raciais no país, onde a desigualdade entre brancos e negros persiste, mesmo após o fim do apartheid.

O advogado de De Wet afirmou que seu cliente revelou a verdade sobre os eventos da noite do crime. Após a audiência, ele deixou o tribunal como um homem livre, mas será mantido em custódia protetiva até o fim do processo. O irmão de Maria, Walter Makgato, expressou sua dor, afirmando que a liberação de De Wet significa que a justiça não será feita.

Os outros dois acusados, William Musora e Olivier, ainda não se pronunciaram sobre as acusações e permanecem detidos. A brutalidade do crime e suas repercussões sociais continuam a chocar a opinião pública sul-africana, refletindo as profundas divisões raciais que ainda marcam a sociedade.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais