- O príncipe Henrique revelou em sua autobiografia *Em Sombra* que procurou uma guia espiritual para se conectar com sua mãe, a princesa Diana.
- Diana tinha interesse no misticismo e frequentemente consultava a psíquica Sally Morgan.
- A rainha Isabel II participou de uma sessão espiritista em 1953 para apaziguar o espírito de seu pai, o rei Jorge VI, que havia falecido em 1952.
- A sessão ocorreu na residência real de Sandringham, após relatos de fenômenos inexplicáveis no quarto onde o rei morreu.
- A família real britânica tem um histórico de envolvimento com o sobrenatural, incluindo a rainha Vitória, que buscou médiuns para se comunicar com seu falecido esposo.
O príncipe Henrique, em sua autobiografia *Em Sombra*, revelou que buscou uma guia espiritual para se conectar com sua mãe, a princesa Diana. A falecida princesa, conhecida por seu interesse no misticismo, consultava frequentemente a psíquica Sally Morgan. Este relato se insere em um contexto familiar mais amplo, onde o esoterismo e fenômenos paranormais são temas recorrentes entre os membros da família real britânica.
Em um episódio do podcast *Queens, Kings and Dastardly Things*, o biógrafo Robert Hardman recordou um evento de 1953, quando a rainha Isabel II participou de uma sessão espiritista. O objetivo era apaziguar o espírito de seu pai, o rei Jorge VI, que havia falecido em 1952. A sessão ocorreu na residência real de Sandringham, onde o pessoal estava assustado com fenômenos inexplicáveis no quarto onde o rei morreu. Para lidar com a situação, a rainha mãe convocou um pároco local para realizar uma cerimônia de limpeza religiosa.
Durante a cerimônia, foram feitas orações e a comunhão, com o intuito de dissipar o espírito errante de Jorge VI. Hardman destacou que, embora a rainha Isabel II tivesse uma forte fé, ela não era supersticiosa. A participação dela na sessão pode ter sido uma forma de mostrar aos funcionários que suas preocupações eram levadas a sério.
Além dessa sessão, a família real tem um histórico de envolvimento com o sobrenatural. A rainha Vitória, por exemplo, também buscou a ajuda de médiuns para se comunicar com seu falecido esposo, o príncipe Alberto. Relatos indicam que a atual rainha consorte, Camila, também acredita em fantasmas, afirmando que sua casa de infância era assombrada.
Essas histórias de aparições e fenômenos inexplicáveis continuam a fascinar o público, mantendo viva a conexão da monarquia britânica com o mundo espiritual.
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