- A Rússia realizou um grande ataque aéreo contra a Ucrânia na madrugada de 19 de setembro, utilizando 270 drones e 10 mísseis.
- A Força Aérea ucraniana confirmou que quatro mísseis e 16 drones conseguiram ultrapassar as defesas aéreas.
- Os ataques resultaram em oito mortes e 54 feridos em várias regiões, com a maioria das vítimas em Donetsk e Zaporizhzhia.
- Um ataque na região de Poltava deixou 1.471 residências e 119 empresas sem energia.
- Desde o início do conflito em fevereiro de 2022, cerca de 1,2 milhão de pessoas foram feridas ou mortas, com a maioria das vítimas sendo ucranianas.
A Rússia lançou o maior ataque aéreo contra a Ucrânia desde julho, com 270 drones e 10 mísseis na madrugada desta terça-feira, 19 de setembro. A Força Aérea ucraniana confirmou que quatro mísseis e 16 drones conseguiram atravessar as defesas aéreas do país.
Nos últimos 24 horas, os ataques resultaram em oito mortes e 54 feridos em diversas regiões da Ucrânia. A região de Donetsk registrou cinco mortes, enquanto em Zaporizhzhia, três pessoas foram mortas e 33 ficaram feridas. Civis também foram atingidos em Kharkiv, Kherson, Dnipropetrovsk e Nikopol.
Impacto dos Ataques
Além das perdas humanas, 1.471 residências e 119 empresas ficaram sem energia após um ataque massivo na região de Poltava. O administrador militar regional, Volodymyr Kohut, relatou a situação crítica. A invasão russa, iniciada em fevereiro de 2022, resultou na ocupação de cerca de um quinto do território ucraniano.
O presidente russo, Vladimir Putin, já havia anexado quatro regiões ucranianas: Donetsk, Luhansk, Kherson e Zaporizhzhia. Apesar de avanços lentos no leste, Moscou não demonstra intenção de recuar em seus objetivos de guerra. Enquanto isso, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pressiona por um acordo de paz entre os países.
Reações e Consequências
A Ucrânia intensificou seus ataques dentro da Rússia, visando destruir a infraestrutura militar russa. Ambos os lados negam atacar civis, mas o número de mortos é alarmante. Estima-se que 1,2 milhão de pessoas tenham sido feridas ou mortas desde o início do conflito, com a maioria das vítimas sendo ucranianas. As baixas militares permanecem sem divulgação oficial por ambos os lados.
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