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Ataques israelenses resultam na morte de 63 palestinos em Gaza, revela agência

Cidade de Gaza enfrenta estado de fome, com quinhentos mil palestinos em risco extremo após ataques israelenses que deixaram sessenta e três mortos

Veículos militares israelenses posicionados na fronteira com a Faixa de Gaza (Foto: Jack GUEZ / AFP)
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  • Recentes ataques israelenses resultaram na morte de 63 palestinos, incluindo uma criança, na Cidade de Gaza.
  • A ONU declarou a cidade em estado de fome, afetando 500 mil pessoas em condições críticas.
  • Os ataques ocorreram no bairro de Sabra, próximo a Zeitoun, e em Khan Younis, onde 16 pessoas morreram no noroeste e 22 enquanto buscavam ajuda humanitária no sudeste.
  • O relatório da ONU indica que a desnutrição contribuiu para a morte de oito palestinos nas últimas 24 horas.
  • Desde o início do conflito, há dois anos, foram registrados 281 óbitos em Gaza, evidenciando a gravidade da crise humanitária na região.

Cerca de 63 palestinos foram mortos em recentes ataques israelenses, incluindo uma criança, durante a invasão das tropas israelenses na Cidade de Gaza. A situação se agrava, com a ONU alertando que a região enfrenta um estado de fome, afetando 500 mil pessoas em condições catastróficas.

Os ataques ocorreram no bairro de Sabra, próximo a Zeitoun, onde imagens divulgadas pela Al Jazeera mostram o avanço das forças israelenses. Fontes médicas confirmaram que, além da criança, 16 pessoas morreram no noroeste de Khan Younis e 22 enquanto buscavam ajuda humanitária no sudeste. A desnutrição também contribuiu para a morte de oito palestinos nas últimas 24 horas.

A Cidade de Gaza foi oficialmente declarada em estado de fome pela primeira vez, segundo a Classificação Integrada de Fases de Segurança Alimentar (IPC), apoiada pela ONU. O relatório destaca que 500 mil pessoas estão em situação de fome extrema, miséria e risco elevado de morte. As autoridades da ONU afirmaram que Israel poderia ter evitado essa crise, sugerindo que o uso da fome como arma militar configura crime de guerra, uma alegação que Israel contestou.

Desde o início do conflito, há dois anos, já foram registrados 281 óbitos em Gaza, refletindo a gravidade da situação humanitária na região.

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