- O Ministério da Defesa da Rússia e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciaram a liberação de 146 prisioneiros de cada lado em 24 de setembro.
- A troca foi mediada pelos Emirados Árabes Unidos e ocorreu em meio a tensões contínuas desde a invasão da Ucrânia em 2022.
- Os prisioneiros libertados estão recebendo assistência médica e psicológica em Belarus.
- Entre os libertados está o ex-prefeito de Kherson, Volodymyr Mykolaienko, que estava em cativeiro desde o início do conflito.
- Zelensky destacou que as trocas de prisioneiros continuam, atribuindo parte do sucesso ao aumento do “fundo de troca” da Ucrânia.
O Ministério da Defesa da Rússia e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciaram a liberação de 146 prisioneiros de cada lado neste domingo, 24 de setembro. A troca foi mediada pelos Emirados Árabes Unidos e ocorreu em um contexto de tensões contínuas desde a invasão russa da Ucrânia em 2022.
Os prisioneiros libertados estão recebendo assistência médica e psicológica em Belarus. Entre os ex-reféns, destaca-se o ex-prefeito de Kherson, Volodymyr Mykolaienko, que estava em cativeiro desde o início do conflito. Zelensky compartilhou imagens dos libertados, que mostravam os prisioneiros sorridentes após a difícil experiência.
O presidente ucraniano ressaltou que as trocas de prisioneiros continuam a ocorrer, atribuindo parte do sucesso a seus soldados, que têm contribuído para aumentar o “fundo de troca” da Ucrânia. Essa dinâmica de trocas reflete a complexidade e a continuidade do conflito, que já resultou em inúmeras negociações entre os dois países.
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