- A Ucrânia intensificou ataques com drones contra a Rússia no Dia da Independência, 24 de agosto.
- O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que a ação é uma resposta à falta de progresso nas negociações de paz.
- Zelensky destacou a importância da presença de tropas estrangeiras na Ucrânia após o conflito e afirmou que o país não corre risco de derrota.
- O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, rejeitou a possibilidade de uma cúpula trilateral e acusou países ocidentais de sabotar as negociações.
- O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, mencionou que a Rússia fez “concessões significativas” nas negociações, mas a situação continua tensa.
A Ucrânia intensificou sua ofensiva contra a Rússia neste domingo, 24 de agosto, ao realizar ataques com drones durante as comemorações do 34º Dia da Independência. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, declarou que a ação é uma resposta à falta de progresso nas negociações de paz e reafirmou a determinação do país em lutar por sua soberania.
Zelensky enfatizou que a presença de tropas estrangeiras na Ucrânia após o conflito é crucial. Ele afirmou que, apesar de a Ucrânia ainda não ter vencido a guerra, não há risco de derrota. “A Ucrânia assegurou sua independência. Não somos vítimas, mas lutadores”, destacou o presidente.
As tentativas de mediação, incluindo os esforços do presidente dos EUA, Donald Trump, para organizar um encontro entre líderes ucranianos e russos, enfrentaram obstáculos. O ministro russo das Relações Exteriores, Serguei Lavrov, descartou a possibilidade de uma cúpula trilateral, afirmando que não há reuniões previstas no momento. Lavrov acusou os países ocidentais de tentarem sabotar as negociações de paz, alegando que buscam pretextos para impedir diálogos.
Em contrapartida, o vice-presidente dos EUA, JD Vance, afirmou que a Rússia fez “concessões significativas” nas negociações, embora não tenha detalhado quais seriam. Vance defendeu que a flexibilidade russa nas exigências é um sinal positivo, mas a situação permanece tensa, com a guerra continuando a impactar a região e as relações internacionais.
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