- A Rússia lançou um ataque maciço de drones contra a infraestrutura de energia e gás da Ucrânia, afetando seis regiões.
- Mais de 100 mil pessoas ficaram sem eletricidade após o ataque, que ocorreu na noite de terça-feira, 26 de setembro.
- As regiões de Poltava, Sumy e Chernihiv foram as mais atingidas, com danos significativos à infraestrutura de transporte de gás.
- O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que os ataques visam destruir a infraestrutura civil do país antes do inverno.
- Desde o início da invasão em fevereiro de 2022, a produção de gás na Ucrânia foi reduzida em até 40% devido a ataques anteriores.
A Rússia realizou um ataque maciço de drones contra a infraestrutura de energia e gás da Ucrânia, afetando seis regiões e deixando mais de 100 mil pessoas sem eletricidade. O ataque ocorreu na noite de terça-feira, 26 de setembro, e foi confirmado por autoridades ucranianas nesta quarta-feira, 27.
As regiões de Poltava, Sumy e Chernihiv foram as mais impactadas, com danos significativos à infraestrutura de transporte de gás. O Ministério da Energia da Ucrânia informou que equipamentos em uma subestação crucial na região de Sumy foram atingidos. Além disso, a região de Kharkiv também sofreu ataques, assim como Zaporizhzhia e Donetsk.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, destacou que esses ataques fazem parte de uma estratégia russa para destruir a infraestrutura civil do país antes do inverno. Desde o início da invasão em fevereiro de 2022, a Ucrânia já enfrenta uma grave escassez de gás, com a produção reduzida em até 40% devido a ataques anteriores.
Intensificação dos Ataques
Nas últimas semanas, a Rússia intensificou os ataques à produção de gás e à infraestrutura de importação, mesmo diante de esforços internacionais para mediar a paz. O Ministério da Energia da Ucrânia relatou que as instalações de energia foram atacadas 2.900 vezes desde março de 2025.
A Rússia, por sua vez, nega que seus ataques tenham como alvo civis, alegando que a infraestrutura de energia é um alvo legítimo por apoiar o esforço de guerra da Ucrânia. A situação permanece crítica, com a população enfrentando desafios significativos em relação à segurança e ao fornecimento de energia.
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