- A maestrina Keri-Lynn Wilson fundou a Orquestra Ucraniana da Liberdade em resposta à invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022.
- A orquestra é composta por 75 músicos ucranianos e se recusa a tocar obras de compositores russos.
- O repertório inclui composições do ucraniano Maxim Kolomiiets e de Beethoven.
- Em turnê pela Europa, a orquestra tem atraído grandes públicos, com salas de concertos frequentemente lotadas.
- Wilson considera seu bastão de regência uma “arma” na luta contra a opressão cultural e busca promover a cultura ucraniana e inspirar solidariedade.
A maestrina Keri-Lynn Wilson, de 58 anos, fundou a Orquestra Ucraniana da Liberdade em resposta à invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022. Composta por 75 músicos ucranianos, a orquestra se destaca por sua recusa em tocar obras de compositores russos, como Stravinsky e Tchaikovsky. O objetivo é promover uma resistência cultural, utilizando a música como forma de protesto.
Em turnê pela Europa, a orquestra apresenta um repertório que inclui obras do compositor ucraniano Maxim Kolomiiets e do clássico alemão Beethoven. Wilson, que possui ascendência eslava, afirma: “Nenhuma música russa será tocada pelas minhas mãos”. Essa postura tem atraído público significativo, com salas de concertos frequentemente lotadas.
A maestrina considera seu bastão de regência como uma arma na luta contra a opressão cultural. “Meu bastão é minha arma”, diz Wilson, enfatizando a importância da música na resistência ao regime russo. A Orquestra Ucraniana da Liberdade não apenas promove a cultura ucraniana, mas também busca inspirar solidariedade e apoio à sua causa em meio ao conflito.
Entre na conversa da comunidade