- A Islândia foi classificada como o país mais pacífico do mundo pelo Índice Global da Paz de 2025.
- O relatório avalia 163 estados e territórios com base em segurança social, conflitos internos e externos, e grau de militarização.
- A Rússia foi identificada como o país menos pacífico, seguida pela Ucrânia.
- O documento aponta uma crise de conflitos violentos global, com 59 conflitos entre Estados registrados em 2023, o maior número desde 1945.
- A América do Sul apresentou melhorias na paz, com destaque para o Peru e a Argentina.
A Islândia foi novamente reconhecida como o país mais pacífico do mundo pelo Índice Global da Paz de 2025, produzido pelo Instituto de Economia e Paz (IEP). O relatório, que avalia 163 estados e territórios, considera critérios como segurança social, conflitos internos e externos, e grau de militarização. A nação nórdica, famosa por suas paisagens naturais, também ocupa a terceira posição no ranking de felicidade global.
O índice de 2025 revela que a Rússia se tornou o menos pacífico, seguida pela Ucrânia. O relatório destaca uma crise de conflitos violentos global, com 59 conflitos entre Estados registrados em 2023, o maior número desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Em contraste, a América do Sul apresentou melhorias significativas na paz, com destaque para Peru e Argentina.
A Islândia, junto com Irlanda, Nova Zelândia, Áustria e Suíça, exemplifica o que é necessário para construir sociedades pacíficas. O relatório enfatiza que a paz positiva — que envolve atitudes e instituições que sustentam a paz — está correlacionada com crescimento econômico e bem-estar social. Desde a criação do índice em 2008, a pontuação média dos países caiu 5,4%, evidenciando um aumento na disparidade entre os países mais e menos pacíficos.
Os Estados Unidos ocupam a 128ª posição, devido ao seu alto nível de militarização, posicionando-se próximo a países como Coreia do Norte e Israel. Na Europa Ocidental, a França é a nação mais militarizada. Por outro lado, Maurício, Botsuana e Namíbia se destacam como os países mais pacíficos da África Subsaariana, atraindo turistas com suas indústrias de turismo em crescimento.
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