- A Global Sumud Flotilla, com 30 embarcações e cerca de 200 ativistas de 44 países, partiu de Barcelona para levar ajuda humanitária a Gaza e romper o bloqueio israelense.
- Dez barcos retornaram ao porto devido a mau tempo, enfrentando marejos e danos mecânicos.
- Atualmente, apenas 20 embarcações seguem em direção a Túnis, onde outras 20 da Flotilha africana aguardam.
- O veleiro Marinette apresenta falhas no motor e navega apenas à vela, com um mecânico a caminho para avaliar a situação.
- A travessia, que deveria durar entre 15 e 20 dias, pode ser prolongada devido às condições climáticas adversas.
A Global Sumud Flotilla, composta por 30 embarcações e cerca de 200 ativistas de 44 países, partiu de Barcelona com a missão de levar ajuda humanitária a Gaza e romper o bloqueio israelense. A travessia, iniciada na última segunda-feira, 23 de outubro, enfrenta novos desafios devido ao mau tempo.
Dez barcos foram obrigados a retornar ao porto devido a condições adversas, como marejos e danos mecânicos. Apesar da diminuição dos ventos em relação ao dia anterior, o forte oleaje continua a afetar as embarcações menores. Os participantes relataram uma noite difícil, marcada por desconfortos e problemas técnicos.
Desafios na Navegação
Atualmente, apenas 20 embarcações seguem rumo a Túnis, onde outras 20 da Flotilha africana aguardam para se juntar à missão. O Marinette, um dos veleiros, enfrenta falhas no motor e navega apenas à vela. Um mecânico está a caminho para avaliar a situação e, caso não consiga resolver o problema, a tripulação considera retornar a Barcelona ou parar nas Ilhas Baleares.
A travessia, que deveria durar entre 15 e 20 dias, pode ser prolongada devido às condições climáticas. A organização não divulgou o porto de parada por questões de segurança, enquanto avalia a possibilidade de os barcos que retornaram retomarem a missão.
Participação Internacional
Entre os ativistas estão figuras conhecidas, como a ativista sueca Greta Thunberg e a ex-prefeita de Barcelona, Ada Colau. A flotilha é considerada a maior da história, refletindo a resiliência dos participantes em sua luta por direitos e ajuda humanitária. Desde 2008, diversas tentativas de chegar a Gaza ocorreram, mas apenas algumas foram bem-sucedidas.
Os organizadores denunciam tentativas de sabotagem em portos italianos e permanecem determinados a levar a ajuda a Gaza, desafiando o bloqueio imposto por Israel. A missão continua a ser um símbolo de resistência e solidariedade em meio a adversidades.
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