- Na manhã de 3 de setembro, houve uma queda de energia no Terminal 3 do Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos.
- O incidente durou mais de 30 minutos e causou transtornos nos serviços de check-in, despacho de bagagens e embarque.
- Passageiros relataram desconforto e expressaram preocupações nas redes sociais.
- A concessionária GRU Airport, responsável pela administração do aeroporto desde 2012, não se manifestou imediatamente sobre a causa da queda de energia.
- A Infraero, que possui participação no consórcio, orientou os usuários a direcionarem reclamações à administradora atual.
Na manhã de 3 de setembro, passageiros do Terminal 3 do Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos relataram uma queda de energia que durou mais de 30 minutos. O incidente causou transtornos nos serviços de check-in, despacho de bagagens e no fluxo de embarque, gerando desconforto entre os viajantes.
O Terminal 3, que é um dos principais pontos de embarque internacional do Brasil, concentra a maioria dos voos que partem do país. A falta de energia afetou diretamente a operação do terminal, levando a uma série de reclamações nas redes sociais. Os passageiros expressaram preocupação com a situação, que comprometeu a experiência de viagem.
A concessionária GRU Airport, responsável pela administração do aeroporto desde 2012, ainda não se manifestou sobre o ocorrido. Em resposta a uma solicitação da EXAME, a empresa não forneceu informações imediatas sobre a causa da queda de energia. A Infraero, que mantém participação no consórcio, orientou os usuários a direcionarem suas reclamações à atual administradora.
Administração do Aeroporto
O Aeroporto Internacional de Guarulhos, conhecido como GRU Airport, é o maior do Brasil e um importante hub na América Latina. Desde junho de 2012, a administração está sob responsabilidade do consórcio GRU Airport, que inclui o Grupo Invepar e a Airports Company South Africa (ACSA), detentores de 51% das ações. A Infraero possui 49% da participação, e a concessão tem um prazo de 20 anos, abrangendo a ampliação e modernização da infraestrutura do aeroporto.
A falta de energia no terminal levanta questões sobre a manutenção e a infraestrutura do aeroporto, que é crucial para a movimentação de passageiros e cargas. A expectativa é que a concessionária forneça esclarecimentos sobre o incidente e as medidas que serão adotadas para evitar recorrências.
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