- Ataques aéreos israelenses na Faixa de Gaza resultaram na morte de pelo menos 19 pessoas e ferimentos em 10 nesta sexta-feira (5).
- Os bombardeios atingiram edifícios e tendas de deslocados em diversos bairros da Cidade de Gaza, segundo a Defesa Civil palestina.
- Desde o início da ofensiva em 7 de outubro de 2023, mais de 64 mil pessoas morreram em Gaza, conforme dados do Ministério da Saúde do Hamas, considerados confiáveis pela ONU.
- O Exército israelense controla atualmente 40% da Cidade de Gaza e planeja conquistar toda a região.
- A ONU alerta para uma grave crise humanitária em Gaza, enquanto Israel nega a existência de fome na área.
Pelo menos 19 pessoas morreram e 10 ficaram feridas em ataques aéreos israelenses na Faixa de Gaza nesta sexta-feira (5). Os bombardeios atingiram edifícios e tendas de deslocados em diversos bairros da Cidade de Gaza, conforme informou a Defesa Civil palestina.
A ofensiva israelense, que começou após os ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023, já resultou na morte de mais de 64 mil pessoas em Gaza, segundo dados do Ministério da Saúde do Hamas, considerados confiáveis pela ONU. O Exército israelense controla atualmente 40% da Cidade de Gaza e planeja conquistar toda a região.
Na quinta-feira (4), o porta-voz do Exército de Israel, Effie Defrin, declarou que as tropas estão avançando e que o início da operação não será anunciado para manter o elemento-surpresa. Um representante militar mencionou que Israel espera que cerca de 1 milhão de pessoas se desloquem para o sul da faixa.
A ONU alerta para uma grave crise humanitária em Gaza, onde a situação de fome é alarmante. Apesar disso, Israel nega a existência de fome na região. A situação se agrava com as restrições à imprensa, dificultando a verificação independente dos números de mortos e feridos.
A ofensiva israelense foi desencadeada após os ataques do Hamas, que resultaram na morte de 1.200 israelenses e na captura de 251 reféns. A escalada do conflito continua a gerar preocupações internacionais sobre a segurança e o bem-estar da população civil em Gaza.
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