- Um ataque a tiros em Jerusalém nesta segunda-feira (8) deixou seis mortos, incluindo rabinos e um jovem espanhol.
- O brasileiro Aryeh Shiri, de 77 anos, escapou do ataque, que ocorreu em um ponto de ônibus no trevo de Ramot.
- Os atiradores chegaram de carro e abriram fogo por volta das 10h15 locais. Um segurança e um civil revidaram, matando os agressores.
- Entre os mortos estão os rabinos Yosef David e Mordechai Steintzag, além do jovem Yaakov Pinto. O ataque deixou ainda 11 feridos, sendo seis em estado grave.
- O Hamas elogiou os atacantes, enquanto o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, prometeu uma resposta contundente em Gaza.
Um ataque a tiros em Jerusalém nesta segunda-feira (8) deixou seis mortos, incluindo rabinos e um jovem espanhol. O brasileiro Aryeh Shiri, de 77 anos, escapou por pouco do ataque, que ocorreu em um ponto de ônibus no trevo de Ramot. Ele desceu do veículo momentos antes dos disparos, acreditando ter escapado “por um milagre”.
Os agressores, que chegaram de carro, abriram fogo por volta das 10h15 locais (4h15 de Brasília). Um segurança e um civil revidaram, matando os atiradores. Entre os mortos estão os rabinos Yosef David, de 43 anos, e Mordechai Steintzag, de 79, além do jovem Yaakov Pinto, de 25 anos. O ataque deixou ainda 11 feridos, sendo seis em estado grave.
Shiri, que estava em Israel visitando a filha, descreveu a cena como “assustadora”. Após o ataque, ele foi atendido por um policial e, em seguida, pegou carona até um shopping da região. O brasileiro defendeu o governo do primeiro-ministro Binyamin Netanyahu, afirmando que está “fazendo o trabalho certo” na condução da guerra, apesar das críticas internacionais pela crise humanitária em Gaza.
O Hamas elogiou os atacantes, chamando-os de “combatentes da resistência”, mas não reivindicou a responsabilidade pelo atentado. O Jihad Islâmico também celebrou o ataque. Em resposta, o ministro da Defesa, Israel Katz, prometeu um “poderoso furacão” em Gaza, enquanto Netanyahu afirmou que Israel está em uma “guerra poderosa contra o terror”.
O ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, fez declarações polêmicas sobre a Autoridade Palestina, que, por sua vez, condenou a violência contra civis. A situação continua tensa, com a expectativa de que o conflito se intensifique.
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