- A Força Aérea de Israel derrubou mais um prédio em Gaza, alegando que era utilizado pelo Hamas para operações militares.
- O ataque foi realizado com munições de precisão para reduzir danos a civis.
- Em Jerusalém, um ataque resultou na morte de seis pessoas, considerado um “ato terrorista” pelas autoridades israelenses.
- Dois homens palestinos foram identificados como autores do ataque e foram mortos pela polícia.
- Após o incidente, tropas israelenses cercaram aldeias na Cisjordânia em busca de suspeitos que possam ter colaborado com os atacantes.
Pela quarta vez em menos de uma semana, a Força Aérea de Israel derrubou um prédio em Gaza, alegando que o local era utilizado pelo Hamas. As autoridades israelenses afirmam que o edifício servia como base para operações militares, incluindo postos de observação e dispositivos explosivos. O ataque foi realizado com munições de precisão para minimizar danos a civis, conforme declarado pelo Exército de Israel. A ação ocorre após promessas do governo israelense de intensificar as operações em Gaza, com o ministro da Defesa, Israel Katz, mencionando uma “tempestade de furacão”.
Ataque em Jerusalém
No mesmo dia, um ataque em Jerusalém resultou na morte de seis pessoas, sendo considerado pelas autoridades israelenses um “ato terrorista”. O ataque foi realizado por dois homens palestinos, que foram mortos pela polícia. O ministro da Economia, Nir Barkat, responsabilizou a Autoridade Palestina, afirmando que é hora de fechar o órgão governamental. A Autoridade Palestina condenou o ataque, reafirmando sua posição contra a violência.
As vítimas do ataque em Jerusalém incluem quatro pessoas que morreram no local e duas que faleceram no hospital. O serviço de ambulância Magen David Adom informou que 11 pessoas ficaram feridas, com seis em estado grave. O ataque ocorreu próximo à entrada norte da cidade, em uma área que leva a assentamentos judaicos.
Resposta Militar
Após o ataque, tropas israelenses cercaram várias aldeias palestinas na Cisjordânia, em busca de suspeitos que possam ter colaborado com os autores do ataque. O Exército de Israel acredita que os atacantes eram moradores de aldeias próximas. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu se reuniu com chefes de segurança para discutir a resposta ao ataque em Jerusalém, enquanto a situação em Gaza continua a se agravar com os bombardeios e destruições.
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