- Um dron atacou o barco Family, da Global Sumud Flotilla, no porto de Túnis, causando um incêndio. A embarcação transportava ativistas e não houve feridos.
- O ataque ocorreu após Israel derrubar a torre al-Roya, em Gaza, aumentando a pressão sobre a população palestina.
- O governo espanhol, liderado pelo presidente Pedro Sánchez, anunciou um embargo de armas a Israel, proibindo a venda de armamentos e a entrada de barcos com combustíveis para as forças israelenses.
- Israel acusou o governo espanhol de antissemitismo e proibiu a entrada de duas ministras espanholas.
- A milícia Hamas celebrou as sanções espanholas, enquanto o número de mortos em Gaza ultrapassa 64.500 desde o início do conflito em outubro de 2023.
Conflito árabe-israelense: novos ataques e sanções internacionais
Um dron atacou na madrugada de terça-feira, 8 de setembro, o barco Family, da Global Sumud Flotilla, no porto de Túnis, causando um incêndio. A embarcação, que transporta ativistas como Greta Thunberg, estava sob vigilância de seis tripulantes, que não se feriram. O ataque ocorreu após Israel derrubar a torre al-Roya, em Gaza, um edifício de 12 andares, intensificando a pressão sobre a população palestina.
O governo espanhol, liderado pelo presidente Pedro Sánchez, anunciou um embargo de armas a Israel, em resposta ao que chamou de “genocídio” em Gaza. As medidas incluem a proibição de venda de armamentos e o veto a barcos que transportem combustíveis para as forças israelenses. O ministro de Relações Exteriores da Espanha, José Manuel Albares, convocou a embaixadora em Tel Aviv após Israel acusar o governo espanhol de antissemitismo e proibir a entrada de duas ministras.
A milícia Hamas celebrou as sanções espanholas, considerando-as um passo significativo para interromper a violência contra os palestinos. O primeiro-ministro de Qatar, Mohammed bin Abdulrahman Al Thani, também pressionou o Hamas a aceitar um acordo de cessar-fogo proposto pelos Estados Unidos, que inclui a liberação de reféns.
Os ataques israelenses em Gaza resultaram em um número crescente de vítimas, com mais de 64.500 mortos desde o início do conflito em outubro de 2023. O governo espanhol reafirmou seu compromisso com os direitos humanos e a paz, enquanto a situação humanitária em Gaza se deteriora rapidamente, com relatos de mortes por fome e bombardeios contínuos.
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