- Alistair Kitchen, australiano, relatou sua experiência ao ser interrogado pela Customs and Border Protection (CBP) nos Estados Unidos.
- Ao chegar em Los Angeles, foi abordado por um agente que mencionou suas postagens sobre protestos na Universidade Columbia.
- Kitchen foi levado a uma sala de interrogatório, onde teve seu celular revistado e enfrentou pressão psicológica.
- Durante o interrogatório, admitiu ter usado drogas no passado, o que resultou em sua deportação.
- O relato destaca a falta de proteção legal na zona de desembarque dos EUA e a crescente vigilância sobre opiniões contrárias ao governo americano.
O australiano Alistair Kitchen compartilhou sua experiência traumática ao ser interrogado pela CBP (Customs and Border Protection) nos Estados Unidos. Ao desembarcar em Los Angeles, ele foi abordado por um agente que mencionou suas postagens sobre protestos na Universidade Columbia. Kitchen foi levado a uma sala de interrogatório, onde teve seu celular revistado e enfrentou pressão psicológica.
Durante o interrogatório, o agente Martinez questionou Kitchen sobre suas opiniões políticas, incluindo questões relacionadas a Israel e Palestina. O australiano, que se descreve como um “escritor mediano”, relatou que não estava preparado para a intensidade da situação. Ele se sentiu invadido ao ter seu conteúdo pessoal examinado, incluindo fotos íntimas. Após a pressão, Kitchen admitiu ter usado drogas no passado, o que resultou em sua deportação.
O relato destaca a falta de proteção legal que os indivíduos enfrentam na zona de desembarque dos EUA, onde as garantias constitucionais são praticamente inexistentes. Kitchen descreveu a sala de detenção como um lugar de desespero, onde os detidos não tinham informações sobre seu futuro. Ele observou outros prisioneiros em situações semelhantes, aumentando seu sentimento de isolamento e medo.
Após ser liberado para retornar à Austrália, Kitchen refletiu sobre a violação de sua privacidade e os riscos que correu ao viajar para os EUA durante a administração Trump. Seu relato serve como um alerta sobre a crescente vigilância e controle sobre aqueles que expressam opiniões contrárias ao governo americano.
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