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Itamaraty critica ataques à Ucrânia, mas omite menção à Rússia

Brasil lamenta ataques à Ucrânia e ressalta importância do Direito Internacional Humanitário para a resolução do conflito

Sede do governo de Kiev em chamas após ataque aéreo (Foto: Reprodução)
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  • O Itamaraty divulgou uma nota sobre ataques à capital da Ucrânia ocorridos na madrugada de 7 de setembro.
  • O governo brasileiro expressou pesar pelas vítimas e lamentou os danos às instalações do governo ucraniano.
  • A nota não menciona a Rússia como responsável pelos ataques.
  • O Brasil reiterou a importância do respeito ao Direito Internacional Humanitário e pediu uma solução negociada para o conflito.
  • A diplomacia brasileira busca um equilíbrio entre a condenação das ações militares e a promoção do diálogo, mantendo um relacionamento próximo com Moscou.

O Itamaraty emitiu uma nota na quarta-feira, 10 de setembro, sobre os recentes ataques à capital da Ucrânia, que ocorreram na madrugada do último domingo, 7 de setembro. O governo brasileiro expressou profundo pesar pelas vítimas e lamentou os danos causados às instalações do governo ucraniano. No entanto, a nota não menciona explicitamente a Rússia como responsável pelos ataques.

O documento destaca a necessidade de respeito ao Direito Internacional Humanitário e convoca as partes envolvidas a buscarem uma solução negociada para o conflito. O Brasil reafirma sua disposição em contribuir para o diálogo e a resolução pacífica da crise, que se intensificou desde a invasão russa em fevereiro de 2022.

A omissão do nome da Rússia na nota gerou discussões sobre a postura do Brasil em relação ao conflito. A diplomacia brasileira tem buscado um equilíbrio entre a condenação das ações militares e a promoção de um diálogo construtivo. O governo de Luiz Inácio Lula da Silva mantém um relacionamento próximo com Moscou, o que pode influenciar sua abordagem em questões internacionais.

A situação na Ucrânia continua a ser monitorada de perto pela comunidade internacional, que clama por um cessar-fogo e pela proteção dos civis. O Brasil, por sua vez, se posiciona como um ator que busca facilitar a paz e a estabilidade na região, mesmo diante de desafios diplomáticos complexos.

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