- O Exército de Israel iniciou uma grande ofensiva terrestre na Cidade de Gaza em 16 de outubro de 2023.
- A operação tem como objetivo encontrar reféns sequestrados pelo Hamas e eliminar a capacidade do grupo de atacar Israel.
- Desde o ataque do Hamas em 7 de outubro, Israel registrou a morte de 1.219 israelenses e o sequestro de 251.
- O Ministério da Saúde de Gaza informou que cerca de 65.000 pessoas já morreram na região.
- A ONU acusou Israel de genocídio, enquanto o Hamas classificou a ofensiva como limpeza étnica sistemática.
O Exército de Israel lançou uma grande ofensiva terrestre na Cidade de Gaza, iniciada na terça-feira, 16 de outubro de 2023. A ação visa encontrar reféns sequestrados pelo Hamas e eliminar a capacidade do grupo de atacar Israel. Desde o ataque do Hamas em 7 de outubro, que resultou na morte de 1.219 israelenses e no sequestro de 251, Israel intensificou os bombardeios, levando a um cenário de devastação em Gaza, onde cerca de 65.000 pessoas já foram mortas, segundo o Ministério da Saúde de Gaza.
A ONU acusou Israel de genocídio, enquanto o Hamas denunciou a ofensiva como uma limpeza étnica sistemática. O porta-voz do Exército de Israel, Rafael Rozenszajn, afirmou que a operação busca atingir as infraestruturas do Hamas, que utiliza civis como escudos humanos. Ele destacou que a ação só terminará quando todos os reféns forem encontrados e o Hamas for completamente derrotado.
O governo israelense informou que cerca de 350 mil pessoas deixaram a cidade de Gaza, embora esse número represente menos da metade da população local. A ONU declarou um cenário de fome na região, com a maioria dos habitantes tendo que abandonar suas casas. A comissão de investigação da ONU indicou que Israel cometeu atos que podem ser considerados genocídio, citando evidências de violações graves dos direitos humanos.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, visitou Israel e expressou apoio inabalável, afirmando que há uma janela de tempo curta para um possível cessar-fogo. Ele ressaltou que a solução diplomática, que inclui a desmilitarização do Hamas, é a preferida, mas reconheceu a dificuldade de alcançá-la diante da situação atual.
Entre na conversa da comunidade