- Os Estados Unidos vetaram uma resolução do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) que pedia um cessar-fogo imediato em Gaza e a suspensão das restrições à ajuda humanitária.
- A proposta foi apoiada por quatorze dos quinze membros do conselho e também exigia a libertação de reféns mantidos pelo Hamas.
- Este é o sexto veto dos EUA relacionado ao conflito que já dura quase dois anos.
- O porto de Ravenna, na Itália, negou a entrada de caminhões que supostamente transportavam armas para Israel, em resposta a protestos de trabalhadores portuários.
- O governo de Israel criticou as nações europeias, acusando-as de se deixarem influenciar pela propaganda do Hamas.
Os Estados Unidos vetaram nesta quinta-feira, 19 de outubro, uma resolução do Conselho de Segurança da ONU que pedia um cessar-fogo imediato em Gaza e a suspensão das restrições à ajuda humanitária. O projeto, apoiado por 14 dos 15 membros do conselho, também exigia a libertação de reféns mantidos pelo Hamas. Este é o sexto veto dos EUA relacionado ao conflito que já dura quase dois anos.
Em meio a esse cenário, o porto de Ravenna, na Itália, negou a entrada de caminhões que supostamente transportavam armas para Israel. A decisão foi tomada em resposta a pedidos do prefeito Alessandro Barattoni e do governo regional, em meio a crescentes protestos de trabalhadores portuários contra a ofensiva em Gaza. Barattoni não forneceu detalhes sobre a origem dos contêineres ou a natureza de seu conteúdo.
A recusa em permitir a entrada dos caminhões em Ravenna se alinha a ações semelhantes em outros países europeus, como França, Suécia e Grécia, onde trabalhadores portuários também se mobilizaram contra o envio de armas a Israel. Um porta-voz da embaixada israelense em Roma optou por não comentar a situação, citando a falta de informações detalhadas.
O governo de Israel, por sua vez, criticou as nações europeias, acusando-as de serem tendenciosas e de se deixarem influenciar pela propaganda do Hamas. A situação em Gaza continua a ser um ponto de tensão internacional, com a comunidade global dividida sobre como abordar o conflito e a crise humanitária resultante.
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