- A situação em Gaza se agrava com o aumento dos ataques israelenses a edifícios residenciais desde outubro de 2023.
- Israel bombardeou torres de até 20 andares, resultando na destruição de várias estruturas em áreas densamente povoadas.
- Entre 5 e 15 de setembro, seis torres foram derrubadas, deixando milhares de palestinos sem abrigo.
- A torre Al Ghafri, que abrigava mais de 3.200 pessoas, foi completamente destruída.
- A ONU estima que 70% dos edifícios em Gaza foram danificados e 94% dos campos de cultivo sofreram danos, enquanto cerca de 320 mil palestinos foram forçados a evacuar.
A situação em Gaza se agrava com a intensificação dos ataques israelenses a edifícios residenciais. Desde o início de outubro de 2023, Israel tem bombardeado torres de até 20 andares, resultando na destruição de várias estruturas em áreas densamente povoadas. Esses ataques visam a infraestrutura do Hamas, segundo as Forças de Defesa de Israel (IDF).
Entre os dias 5 e 15 de setembro, seis torres foram derrubadas, deixando milhares de palestinos sem abrigo. A torre Al Ghafri, um símbolo da cidade, foi reduzida a escombros, abrigando mais de 3.200 pessoas. A destruição não se limita aos edifícios, mas também afeta os campamentos de deslocados nas proximidades, onde os escombros e o pó cobrem o solo.
A IDF declarou Gaza uma “zona de combate perigosa”, obrigando a população a evacuar. Desde o início da ofensiva, cerca de 320 mil palestinos fugiram da cidade, buscando abrigo em áreas consideradas “humanitárias” pelo exército israelense. A pressão sobre os civis aumenta, com a ordem de evacuação sendo emitida 81 vezes desde outubro.
A destruição em Gaza é alarmante, com estimativas indicando que 74% dos edifícios na cidade foram danificados. A ONU aponta que 70% dos edifícios em toda a faixa de Gaza foram afetados, enquanto 94% dos campos de cultivo também sofreram danos. A estratégia de Israel, segundo especialistas, visa o deslocamento forçado da população palestina, dificultando seu retorno a áreas devastadas.
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