- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou na Assembleia Geral da ONU em Nova York.
- Lula criticou o genocídio em Gaza e as sanções dos EUA.
- Ele destacou a saída do Brasil do Mapa da Fome e criticou a desigualdade de gênero e a culpa aos migrantes.
- Lula mencionou o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado pelo STF por atentar contra o Estado Democrático de Direito.
- O presidente defendeu a democracia e alertou para o crescimento do autoritarismo.
- Lula falou sobre o potencial das big techs e os perigos que representam, citando a legislação brasileira para proteção de crianças e adolescentes na esfera digital.
- Ele criticou o genocídio em Gaza, defendeu o reconhecimento da Palestina como Estado e alertou que o povo palestino corre o risco de desaparecer.
- Lula abordou a crescente polarização na América Latina, defendendo o diálogo na Venezuela e um futuro livre de violência para o Haiti.
- O presidente destacou a necessidade de combater a mudança climática e propôs a criação de um conselho para monitoramento das ações climáticas globais.
- No encerramento, Lula lembrou as personalidades que faleceram recentemente: o ex-presidente do Uruguai, Pepe Mujica, e o Papa Francisco.
Lula critica genocídio em Gaza e sanções dos EUA em discurso na ONU
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou na Assembleia Geral da ONU, em Nova York, abordando temas globais e nacionais. Ele fez duras críticas ao genocídio em Gaza e às sanções dos EUA. Lula destacou a recente saída do Brasil do Mapa da Fome e criticou a desigualdade de gênero e a culpa aos migrantes pelas mazelas do mundo.
Julgamento de Bolsonaro e defesa da democracia
Lula destacou o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado pelo STF por atentar contra o Estado Democrático de Direito. Ele afirmou que não há pacificação com impunidade. Sem citar Donald Trump, Lula criticou as “sanções arbitrárias e unilaterais” dos EUA, alertando para o crescimento do autoritarismo.
Migração, pobreza e desigualdade
O presidente citou a conquista do Brasil de sair do Mapa da Fome e defendeu que a pobreza e a desigualdade são inimigas da democracia. Ele criticou a desigualdade de gênero e aqueles que culpam migrantes pelas mazelas do mundo.
Big Techs e proteção digital
Lula também falou sobre o potencial das big techs e os perigos que representam. Ele destacou a legislação brasileira para proteção de crianças e adolescentes na esfera digital, citando a regra contra a adultização nas redes sociais.
Genocídio palestino e direitos humanos
Em um dos pontos mais duros do discurso, Lula criticou o genocídio em Gaza, defendeu o reconhecimento da Palestina como Estado e alertou que o povo palestino corre o risco de desaparecer.
América Latina e diálogo
Lula abordou a crescente polarização na América Latina, defendendo o diálogo na Venezuela e um futuro livre de violência para o Haiti. Ele classificou como inadmissível que Cuba seja listada como país que patrocina o terrorismo.
Clima e COP 30
O presidente destacou a necessidade de combater a mudança climática. Lula propôs a criação de um conselho para monitoramento das ações climáticas globais e conclamou os países a se comprometerem com metas ambiciosas para redução de emissões.
Homenagens a Mujica e Papa Francisco
No encerramento, Lula lembrou as personalidades que faleceram recentemente: o ex-presidente do Uruguai, Pepe Mujica, e o Papa Francisco. Ele afirmou que, se ainda estivessem vivos, usariam aquele espaço para lembrar que “os únicos derrotados são os que cruzam os braços”.
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