- Israel declarou que impedirá uma nova flotilla de chegar a Gaza, mas não terá problemas com os navios de Espanha e Itália que apoiam a missão.
- A flotilla, composta por 12 navios e activistas de vários países, está a avançar em direcção a Gaza a partir da ilha grega de Creta.
- Desde 2007, Israel impôs um bloqueio a Gaza, controlado pelo grupo Hamas, gerando tensões internacionais.
- Em 2010, uma tentativa de quebrar o bloqueio resultou em um confronto sangrento, com a morte de nove ativistas turcos.
- Espanha e Itália enviaram navios de guerra para proteger os activistas de uma possível confrontação com as forças israelenses no Mediterrâneo.
Israel impede nova flotilla a Gaza, mas garante que não terá problemas com navios de Espanha e Itália
Israel declarou que impedirá uma nova flotilla de chegar a Gaza, mas garantiu que não terá problemas com os navios de Espanha e Itália que a apoiam. Estes navios têm como missão proteger os ativistas, não escoltar a flotilla ou enfrentar o exército israelense. A flotilla, composta por 12 navios e activistas de vários países, está a avançar em direcção a Gaza a partir da ilha grega de Creta.
Contexto Histórico
Desde 2007, Israel impôs um bloqueio a Gaza, controlado pelo grupo Hamas, gerando tensões internacionais. Em 2010, uma tentativa de quebrar o bloqueio resultou em um confronto sangrento, com a morte de nove ativistas turcos.
A Nova Flotilla
A flotilla atual é maior que as anteriores, com 12 navios e activistas de vários países. A Espanha e a Itália enviaram navios de guerra para proteger os activistas de uma possível confrontação com as forças israelenses no Mediterrâneo.
Posição de Israel
Israel afirmou que não permitirá que os navios entrem em Gaza, mas garantiu que não terá problemas com os navios de Espanha e Itália. O Ministério de Exteriores de Israel destacou que a missão dos navios é proteger os activistas, não escoltar a flotilla ou enfrentar o exército israelense.
Declarações Oficiais
Eden Bar-Tal, director geral do Ministério de Exteriores de Israel, explicou que o mais importante para eles é que os passageiros estejam a salvo. “Esperamos que os países que enviaram estes navios sejam responsáveis com a sua missão”, afirmou.
Reações Internacionais
O ministro de Exteriores italiano, Antonio Tajani, afirmou que o seu país envia o navio para proteger activistas que se dirigem a Gaza em uma “operação humanitária”. O presidente do Governo espanhol, Pedro Sánchez, explicou que Espanha envia o navio “desde uma perspectiva de segurança marítima, para poder garantir a integridade dos membros da tripulação”.
Desdobramentos
Un avião não tripulado israeli atacou um barco de activistas que se dirigia a Gaza desde Barcelona. Um porta-voz do ministério afirmou que Israel tem o direito de defender a sua fronteira e assegurou que não se trata de uma “flotilla de paz”, mas de uma iniciativa de Hamás, o grupo que controla o enclave palestino.
Conclusão
A situação continua tensa, com Israel a impedir a entrada da flotilla em Gaza e os navios de Espanha e Itália a proteger os activistas no Mediterrâneo. A missão dos navios europeus é clara: proteger, não confrontar.
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