- A Cruz Vermelha suspendeu temporariamente as atividades na cidade de Gaza devido à intensificação das operações militares israelenses.
- A organização alertou que milhares de pessoas enfrentam condições humanitárias terríveis e precisam de mais ajuda.
- O pessoal da Cruz Vermelha foi transferido para o sul da Faixa de Gaza para garantir a segurança das equipes.
- O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) suspendeu as atividades no escritório local e planeja retornar quando as condições permitirem.
- O CICV alertou que dezenas de milhares de pessoas enfrentam condições humanitárias terríveis e precisam de mais ajuda.
A Cruz Vermelha suspendeu temporariamente suas atividades na cidade de Gaza devido à intensificação das operações militares israelenses. A organização alertou que milhares de pessoas que permanecem na cidade enfrentam condições humanitárias terríveis e precisam desesperadamente de mais ajuda. O pessoal da Cruz Vermelha foi transferido para o sul da Faixa de Gaza para garantir a segurança das equipes e a continuidade das operações.
Desdobramentos da situação
A intensificação das operações militares na cidade de Gaza forçou o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) a suspender temporariamente as atividades no escritório local. O CICV garantiu que mantém o compromisso de regressar à principal cidade do enclave palestino “assim que as condições permitirem”.
Impacto humanitário
O CICV alertou que dezenas de milhares de pessoas que permanecem na cidade enfrentam condições humanitárias terríveis e precisam desesperadamente de mais ajuda. A instituição tentará fazer isso a partir dos escritórios em Deir al-Balah, no centro do enclave, e na cidade de Rafah, no sul, onde as instalações continuam totalmente operacionais.
Contexto do conflito
Israel iniciou uma ofensiva terrestre contra a cidade de Gaza em 16 de setembro, que disse ser o último reduto do grupo extremista palestino Hamas. A ofensiva levou ao deslocamento forçado para o sul da Faixa de Gaza de mais de 1 milhão de pessoas. Desde então, os ataques se intensificaram, com dezenas de mortos diariamente na cidade, muitos deles civis.
Balanço das vítimas
O conflito já causou mais de 66 mil mortes na Faixa de Gaza, que Israel invadiu em retaliação pelo ataque do Hamas no sul do país, em outubro de 2023, causando a morte de 1.200 pessoas e fazendo 251 reféns.
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