- A partir de 12 de outubro de 2025, 29 países da União Europeia substituirão o carimbo de passaporte por um sistema eletrônico.
- O novo sistema, chamado Sistema de Entrada e Saída (EES), coletará dados biométricos, como imagens faciais e impressões digitais, de viajantes não pertencentes à UE.
- A implementação será gradual e deverá ser concluída até 9 de abril de 2026.
- Agentes de fronteira coletarão informações pessoais, como datas de entrada e saída, e poderão solicitar nova coleta de dados se necessário.
- A mudança visa aumentar a segurança, melhorar a eficiência e padronizar a coleta de dados nos controles de fronteira.
Os países da União Europeia estão prestes a implementar uma mudança significativa no controle de fronteira. A partir de 12 de outubro de 2025, 29 nações europeias, incluindo Portugal, Espanha e Itália, substituirão o carimbo de passaporte por um sistema eletrônico. Essa transição será gradual e deverá ser concluída até 9 de abril de 2026.
O novo sistema, denominado EES (Sistema de Entrada e Saída), coletará dados biométricos dos viajantes, como imagens faciais e impressões digitais. O objetivo é monitorar a duração da estadia de visitantes de fora da União Europeia que permanecem no bloco por até 90 dias. Este sistema se aplicará a todos os viajantes não pertencentes à UE, assim como a cidadãos de países como Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça.
Como funcionará o EES
Os agentes de fronteira serão responsáveis pela coleta de informações pessoais dos viajantes, incluindo as datas de entrada e saída. Para aqueles com visto de curta duração, apenas a imagem facial será armazenada. Já os que não precisam de visto terão suas impressões digitais e fotos capturadas no momento da entrada. Além disso, o EES introduzirá sistemas de autoatendimento nas fronteiras e, em alguns casos, aplicativos para pré-cadastro.
A União Europeia afirma que essa mudança visa aumentar a segurança, melhorar a eficiência e padronizar a coleta de dados nos controles de fronteira. Apesar da implementação do sistema eletrônico, a decisão final sobre a entrada de um viajante continuará a ser feita por um agente da imigração, que poderá solicitar nova coleta de dados se necessário.
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