- Dois brasileiros, Miguel Viveiros de Castro e João Aguiar, foram encontrados detidos em Israel após a interceptação de uma flotilha de ajuda humanitária a Gaza.
- A Embaixada do Brasil em Tel Aviv confirmou que eles estão bem e aguardam deportação.
- O Itamaraty condenou a ação israelense como ilegal e expressou preocupação com a detenção.
- A flotilha, com cerca de 44 embarcações e 500 ativistas, foi interceptada no dia 1º de outubro.
- Os brasileiros estão na prisão Ketziot, o maior centro de detenção de Israel, e o governo brasileiro exigiu a liberação imediata deles.
Dois brasileiros, Miguel Viveiros de Castro e João Aguiar, foram encontrados detidos em Israel após a interceptação de uma flotilha de ajuda humanitária a Gaza. A Embaixada do Brasil em Tel Aviv confirmou que ambos estão bem e aguardam deportação. O Itamaraty expressou preocupação e condenou a ação israelense como ilegal.
Os ativistas estavam a bordo da flotilha Global Sumud, interceptada por forças israelenses no dia 1º de outubro. A Embaixada informou que representantes se reuniram com os detidos, que relataram estar em boas condições emocionais. O grupo de brasileiros, que contava com pelo menos quinze integrantes, incluía a deputada federal Luizianne Lins (PT-CE).
Interceptação e Detenção
A flotilha, composta por cerca de 44 embarcações e 500 ativistas, tinha como objetivo levar ajuda humanitária a Gaza. Desde a interceptação, a delegação brasileira perdeu contato com os dois ativistas. A Embaixada confirmou que os brasileiros estão na prisão Ketziot, o maior centro de detenção de Israel, e estão passando por trâmites jurídicos.
Na quinta-feira, 2 de outubro, o Itamaraty emitiu uma nota condenando a detenção como uma “interceptação ilegal e arbitrária”. O governo brasileiro exigiu a liberação imediata dos cidadãos detidos, destacando que a ação representa uma grave violação do direito internacional. O Brasil notificou formalmente Israel sobre sua inconformidade com a situação.
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