- O governo brasileiro reiterou a necessidade de um cessar-fogo na Faixa de Gaza.
- A declaração do Itamaraty ocorreu após o Hamas aceitar, em partes, o plano de paz proposto pelos Estados Unidos.
- O Brasil reafirmou seu compromisso com a criação de dois Estados como solução para o conflito e expressou preocupação com a situação humanitária na região.
- O documento destacou a expectativa de que o plano resulte na cessação imediata dos ataques israelenses e no acesso irrestrito de ajuda humanitária.
- O Itamaraty enfatizou que a solução de dois Estados é essencial para a paz duradoura no Oriente Médio, com a Palestina independente coexistindo pacificamente com Israel.
O governo brasileiro se manifestou novamente sobre a situação na Faixa de Gaza, destacando a necessidade urgente de um cessar-fogo. A declaração do Itamaraty ocorreu após o Hamas aceitar, em partes, o plano de paz proposto pelos Estados Unidos. O Brasil reafirmou seu compromisso com a criação de dois Estados como solução para o conflito.
Na nota divulgada, o Itamaraty expressou preocupação com a situação humanitária na região, que ainda enfrenta consequências graves, como mortes e deslocamentos forçados. O governo brasileiro acompanha com atenção as discussões sobre o plano de paz, anunciado em 29 de setembro, e espera que ele resulte em medidas concretas para a paz.
Compromisso com a Paz
O documento ressaltou a expectativa de que o plano leve à cessação imediata dos ataques israelenses, à libertação dos reféns e ao acesso irrestrito de ajuda humanitária. Além disso, o Brasil defende a retirada das forças israelenses de Gaza e a restauração da unidade político-geográfica da Palestina.
O governo brasileiro enfatizou que a solução de dois Estados é o único caminho para uma paz duradoura no Oriente Médio. Essa solução prevê a criação de um Estado da Palestina independente e viável, coexistindo pacificamente com Israel, dentro das fronteiras de 1967, com Jerusalém Oriental como capital palestina.
O Itamaraty também destacou que qualquer força internacional de estabilização na região deve ter um mandato aprovado pelo Conselho de Segurança da ONU, reforçando a necessidade de um diálogo contínuo e efetivo entre as partes envolvidas.
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