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Itália retira Israel do grupo de ativistas da flotilha de 26 pessoas

Vinte e seis ativistas italianos detidos em Israel retornarão ao país hoje, enquanto 15 aguardam expulsão judicial. Embarcações da flotilha estão em Chipre.

© 26/09/2025 REUTERS/Stefanos Rapanis
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  • O governo israelense deteve cerca de 450 ativistas da Flotilha Global Sumud, que tentavam levar ajuda humanitária a Gaza. A ação gerou protestos e debates sobre direitos humanos.
  • O ministro dos Negócios Estrangeiros da Itália, Antonio Tajani, anunciou que 26 ativistas italianos estão prestes a retornar ao país após serem transferidos para a base aérea de Ramon, em Israel.
  • Os 15 ativistas restantes decidiram não assinar o documento de expulsão voluntária e enfrentarão um processo judicial para a expulsão na próxima semana.
  • Duas embarcações da flotilha atracaram em portos do Chipre para abastecimento. A primeira, com 21 ativistas de diversas nacionalidades, chegou ao porto de Larnaca e ficou sob vigilância das autoridades locais.
  • A segunda embarcação, chamada Seiren, com 10 pessoas a bordo, atracou no porto de Pafos. A Autoridade Portuária do Chipre confirmou a chegada e saída do navio, que é de bandeira italiana.

O governo israelense deteve aproximadamente 450 ativistas da Flotilha Global Sumud, que tentavam levar ajuda humanitária a Gaza. A ação gerou protestos e discussões sobre os direitos humanos. Entre os detidos, um grupo de 26 ativistas italianos está prestes a retornar à Itália.

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Itália, Antonio Tajani, informou que os ativistas já foram transferidos para a base aérea de Ramon, no sul de Israel, e embarcarão em um voo fretado para Istambul. Os 15 ativistas restantes optaram por não assinar o documento de expulsão voluntária e enfrentarão um processo judicial para a expulsão, previsto para a próxima semana.

Situação das Embarcações

Duas embarcações da flotilha conseguiram atracar em portos do Chipre para abastecimento. A primeira, com 21 ativistas de diversas nacionalidades, chegou ao porto de Larnaca após enfrentar condições difíceis no mar. Esta embarcação ficou sob vigilância das autoridades locais, enquanto uma equipe médica atendeu dois passageiros com problemas de saúde.

A segunda embarcação, chamada Seiren, com 10 pessoas a bordo, foi autorizada a atracar no porto de Pafos. O diretor-geral da Autoridade Portuária do Chipre, Anthimos Christodoulides, confirmou a chegada e a saída do navio, que é de bandeira italiana. A situação continua a ser monitorada, enquanto as autoridades israelenses mantêm um cerco à flotilha.

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