- Bombardeio israelense atingiu Jan Yunis, no sul da Faixa de Gaza, na madrugada, logo após o governo de Israel aprovar o acordo de cessar-fogo proposto por Donald Trump, em meio à implementação da trégua parcial.
- Drones sobrevoaram a cidade durante os ataques, segundo a agência palestina Wafa, que não informou vítimas até o momento.
- O plano de paz prevê retirada gradual das tropas israelenses e libertação de 48 reféns israelenses mantidos pelo Hamas, a maioria considerada morta.
- Os Estados Unidos planejam enviar duzentos soldados para Gaza para acompanhar ações humanitárias e a implementação da primeira fase do acordo.
- Trump afirmou que a guerra está terminada e que os reféns serão liberados entre segunda e terça-feira; as negociações geram esperança, mas os ataques persistem.
O conflito entre Israel e Gaza continua a se intensificar, mesmo após o governo israelense aprovar um acordo de cessar-fogo. Na madrugada de hoje, o exército israelense bombardeou Jan Yunis, no sul da Faixa de Gaza, logo após a aprovação do plano de paz proposto por Donald Trump. O ataque ocorreu em um momento crítico, onde se esperava a implementação de uma trégua parcial.
A agência de notícias palestina Wafa relatou a presença de drones sobrevoando a cidade durante os bombardeios, mas não forneceu informações sobre possíveis vítimas. O plano de paz inclui a retirada gradual das tropas israelenses e a libertação de 48 reféns israelenses mantidos pelo Hamas, a maioria dos quais se acredita estar morta.
Envio de tropas dos EUA
Os Estados Unidos planejam enviar 200 soldados para Gaza, com o objetivo de acompanhar ações humanitárias e auxiliar na implementação da primeira fase do acordo. Essa medida foi anunciada em meio a um clima de expectativa e incerteza sobre a real eficácia do cessar-fogo.
Donald Trump, ex-presidente dos EUA, afirmou que a guerra está terminada e que os reféns serão liberados entre segunda e terça-feira. As negociações em curso têm gerado esperança, mas a continuidade dos ataques israelenses levanta dúvidas sobre a estabilidade da região e a possibilidade de um acordo duradouro.
As próximas horas serão cruciais para determinar o futuro do conflito e a efetividade da trégua proposta.
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