- Milhares de pessoas reuniram‑se em Londres no sábado, 10 de outubro de 2025, para pedir paz duradoura em Gaza; a manifestação foi organizada pela Palestine Solidarity Campaign, teve início na Victoria Embankment e contou com keffiyehs e cartazes pedindo liberdade e justiça para os palestinos.
- Durante o ato, Ben Jamal, diretor da campanha, afirmou que a marcha ocorreu mesmo com o cessar‑fogo, pois o plano proposto por Donald Trump não representa uma solução estável; Jamal afirmou que por dois anos Israel tem sido apoiado politicamente e militarmente pelo Reino Unido.
- O contexto político envolve revisão das leis de protesto pelo governo britânico; o secretário de Estado do Interior, Shabana Mahmood, pediu o adiamento de protestos após ataque terrorista em uma sinagoga em Manchester que resultou em duas mortes; Keir Starmer, líder do Partido Trabalhista, mencionou a revisão das leis de protesto em missão comercial à Índia.
- Paralelamente, palestinos deslocados estão retornando às ruínas de suas casas em Gaza, destacando a devastação causada pela guerra e a urgência de diálogo para paz e reconstrução.
Milhares de pessoas se reuniram em Londres no último sábado, 10 de outubro de 2025, para exigir paz duradoura em Gaza, um dia após a implementação do cessar-fogo entre Israel e Hamas. A manifestação, organizada pela Palestine Solidarity Campaign, teve início na Victoria Embankment e atraiu participantes com keffiyehs e cartazes que clamavam por liberdade e justiça para os palestinos.
Durante o evento, Ben Jamal, diretor da campanha, afirmou que a marcha foi realizada mesmo com o cessar-fogo, pois o plano proposto por Donald Trump não representa uma solução estável. “Por dois anos, vimos Israel cometer genocídio com o apoio político e militar do Reino Unido,” declarou Jamal, ressaltando a crescente resistência em busca de justiça para a Palestina.
Contexto das Manifestações
A manifestação ocorre em um momento delicado, com o governo britânico revisando as leis de protesto. O secretário de Estado do Interior, Shabana Mahmood, havia solicitado o adiamento de protestos programados após um ataque terrorista em uma sinagoga em Manchester, que resultou na morte de duas pessoas. Keir Starmer, líder do Partido Trabalhista, também mencionou a revisão das leis relacionadas a protestos enquanto estava em uma missão comercial na Índia.
Enquanto isso, palestinos deslocados estão retornando às ruínas de suas casas em Gaza, refletindo a devastação causada pela guerra. O cenário é um lembrete da necessidade urgente de um diálogo que promova a paz e a reconstrução na região, em meio a um clamor crescente por justiça e direitos humanos.
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