- O conflito entre Israel e Gaza se intensificou, com milhares de mortos e deslocamento maciço de civis; ataque liderado pelo Hamas deixou mil e duzentos israelenses mortos e duzentos e cinquenta e um sequestrados, e a ofensiva israelense resultou na morte de mais sessenta e sete mil palestinos, em sua maioria civis.
- Uma cúpula de paz será realizada em Sharm el-Sheikh, no Egito, na segunda-feira, com a presença de Donald Trump, Abdel Fattah al-Sisi e líderes de mais de vinte países, incluindo António Guterres, Keir Starmer e Emmanuel Macron.
- A participação de Benjamin Netanyahu ainda não foi confirmada, e o Hamas afirmou que não irá comparecer.
- A reunião busca encerrar a guerra e promover a paz regional, ocorrendo após um cessar-fogo e um acordo de troca de prisioneiros mediado pelo Egito, Catar e Turquia.
- A ajuda humanitária em Gaza tem aumentado e civis voltam para casa, embora muitos ainda enfrentem devastação; relatos de Nabila Basa, feliz com o fim da guerra, e Ahmed al-Jabari, que lamenta a perda de seus lares.
O conflito entre Israel e Gaza se intensificou, resultando em milhares de mortos e um deslocamento em massa de civis. A situação se agravou após um ataque liderado pelo Hamas, que deixou 1.200 israelenses mortos e 251 sequestrados. Em resposta, Israel lançou uma ofensiva que já causou a morte de mais de 67 mil palestinos, a maioria civis.
Na tentativa de buscar uma solução, uma cúpula de paz será realizada em Sharm el-Sheikh, no Egito, na segunda-feira. O evento contará com a presença de Donald Trump e do presidente egípcio, Abdel Fattah al-Sisi, além de líderes de mais de 20 países, incluindo António Guterres, primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, e o presidente francês, Emmanuel Macron. A participação de Benjamin Netanyahu ainda não foi confirmada, enquanto o Hamas anunciou que não comparecerá.
A cúpula tem como objetivo encerrar a guerra e promover a paz na região. O encontro foi agendado após um cessar-fogo e um acordo de troca de prisioneiros, mediado por Egito, Qatar e Turquia. As negociações recentes aumentaram a ajuda humanitária em Gaza, onde muitos civis estão retornando a suas casas, embora muitos ainda se depararem com a devastação.
Nabila Basa, uma das civis que voltaram, expressou sua alegria pelo fim da guerra, embora outros, como Ahmed al-Jabari, lamentem a perda de seus lares, que foram destruídos. “Estou feliz que não há mais sangue, mas onde iremos viver?”, questionou, refletindo sobre as dificuldades que ainda persistem na região.
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