- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, embarcou no domingo, 12, para Israel, prometendo um momento histórico com a libertação de reféns em Gaza.
- A viagem ocorre após semanas de negociações que resultaram em um acordo de paz entre Israel e Hamas, mediado pela administração Trump, que prevê libertação dos reféns, retirada parcial das tropas de Gaza e abertura de corredores humanitários.
- Em Tel Aviv, Trump reunirá familiares dos sequestrados e discursará no Knesset, destacando a grande expectativa pela libertação e mencionando que países muçulmanos e árabes estão aplaudindo o evento.
- Depois, seguirá para Sharm el-Sheikh, no Egito, para presidir a cerimônia de assinatura do acordo de implementação do plano de paz para Gaza, com presença do presidente egípcio Abdel Fattah el-Sisi e de líderes de várias regiões.
- O acordo, anunciado na última quarta-feira, representa avanço após dois anos de conflito e a assinatura simboliza um passo em direção à estabilidade, com cessar-fogo temporário e possibilidade de ajuda humanitária.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, embarcou neste domingo (12) para Israel, prometendo um “momento histórico” com a libertação de reféns em Gaza. A visita ocorre após semanas de negociações que resultaram em um acordo de paz entre Israel e Hamas, mediado pela administração Trump. O entendimento prevê a libertação dos reféns, a retirada parcial das tropas israelenses da Faixa de Gaza e a abertura de corredores humanitários.
Durante a estadia em Tel Aviv, Trump se reunirá com familiares dos sequestrados e discursará no Knesset, o Parlamento israelense. Em suas declarações, o presidente destacou a grande expectativa em torno da libertação dos reféns e mencionou que países muçulmanos e árabes estão aplaudindo o evento, algo inédito até o momento.
Assinatura do Acordo de Paz
Após a visita a Israel, Trump seguirá para Sharm El-Sheikh, no Egito, onde presidirá a cerimônia de assinatura do acordo de implementação do plano de paz para Gaza. O evento contará com a presença do presidente egípcio, Abdel Fattah El-Sisi, e líderes árabes, europeus e asiáticos.
O acordo, anunciado por Trump na última quarta-feira, representa um avanço significativo após dois anos de conflito. A expectativa é que a assinatura do documento simbolize um passo em direção à estabilidade na região, promovendo um cessar-fogo temporário e a possibilidade de ajuda humanitária.
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