- María Corina Machado foi anunciada vencedora do Nobel da Paz de 2025; em entrevista ao jornal argentino La Nación, ela afirmou que o regime de Nicolás Maduro está “com os dias contados” e que o prêmio evidencia o isolamento internacional do governo.
- Machado disse que, desde as eleições de julho de 2024, o regime venezuelano passa por declínio acentuado e atribuiu parte disso ao apoio dos Estados Unidos no combate a cartéis de drogas e à pressão sobre o governo; afirmou que “se Maduro quer paz, ele deve sair agora”.
- A líder oposicionista elogiou o presidente argentino Javier Milei e destacou a necessidade de cooperação entre Argentina e Venezuela para o fortalecimento mútuo.
- Ela chamou atenção para a interconexão entre a situação na Venezuela e a tirania em Cuba, sugerindo que uma mudança no país poderia impactar o regime cubano.
- O Comitê Norueguês do Nobel destacou o trabalho de Machado na promoção de direitos democráticos e na transição pacífica; afirmou que o prêmio é dedicado a Donald Trump, reforçando a importância do apoio internacional na luta contra a opressão.
A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, foi anunciada como a vencedora do Nobel da Paz 2025. Em entrevista ao jornal argentino *La Nación*, ela afirmou que o regime de Nicolás Maduro está “com os dias contados”. Segundo Machado, o prêmio representa um reconhecimento global da luta do povo venezuelano e evidencia o isolamento do governo.
Machado destacou que desde as eleições de julho de 2024, o regime de Maduro enfrenta um declínio acentuado. A ex-deputada atribui parte desse processo ao apoio dos Estados Unidos, que, segundo ela, têm desempenhado um papel crucial no combate aos cartéis de drogas e na pressão sobre o governo venezuelano. “Se Maduro quer paz, ele deve sair agora”, enfatizou.
Relação com a Argentina e Cuba
Durante a entrevista, Machado elogiou o presidente argentino, Javier Milei, ressaltando a importância da cooperação entre Argentina e Venezuela. “Acho que nossos países precisam se fortalecer mutuamente”, afirmou. Ela também alertou sobre a interconexão entre a situação na Venezuela e a tirania em Cuba, sugerindo que uma mudança na Venezuela poderia impactar negativamente o regime cubano.
O Comitê Norueguês do Nobel destacou o trabalho incansável de Machado na promoção dos direitos democráticos e sua luta por uma transição pacífica na Venezuela. Ao dedicar o prêmio a Donald Trump, a líder oposicionista reforçou a importância do apoio internacional na luta contra a opressão em seu país.
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