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Rússia teme envio de mísseis Tomahawk à Ucrânia

Rússia alerta sobre possível envio de Tomahawks dos EUA à Ucrânia; Trump afirma que pode enviá-los se a guerra não for resolvida

O ditador russo, Vladimir Putin, já havia se manifestado sobre possível envio de mísseis Tomahawk para a Ucrânia (Foto: KRISTINA KORMILITSYNA/SPUTNIK/KREMLIN/EFE/EPA)
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  • Rússia expressou preocupação com a possibilidade de envio de mísseis Tomahawk pelos Estados Unidos à Ucrânia, dizendo que a situação é crítica e que as tensões estão altas; as declarações foram dadas em entrevista divulgada neste domingo.
  • O ex-presidente Donald Trump afirmou que poderia enviar os mísseis se a guerra não for resolvida rapidamente, chamando o Tomahawk de arma ofensiva e destacando que a Rússia não deveria precisar desse tipo de armamento; o alcance dos mísseis é de cerca de 2,5 mil quilômetros, o que permitiria atacar alvos em território russo, incluindo Moscou.
  • O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, alertou que, se os mísseis forem lançados contra a Rússia, algumas versões podem carregar ogivas nucleares e questionou como o país deve reagir a um lançamento de longo alcance.
  • Putin já havia sinalizado que o envio de Tomahawks à Ucrânia poderia romper as relações entre Moscou e Washington; reportagens indicam apoio americano a ataques de longo alcance contra instalações energéticas russas, com participação na definição de rotas e missões para driblar defesas.
  • O apoio dos Estados Unidos à Ucrânia tem se intensificado, com a inteligência ajudando no planejamento de ataques, o que pode alterar o equilíbrio de poder no conflito e impactar as relações internacionais.

A Rússia expressou preocupação com a possibilidade de envio de mísseis Tomahawk pelos Estados Unidos à Ucrânia, considerando a situação da guerra como crítica. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, destacou que o tema é de extrema preocupação e que as tensões estão em alta. As declarações foram feitas em uma entrevista divulgada neste domingo.

O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, também comentou sobre a questão, afirmando que poderia enviar os mísseis se a guerra não for resolvida rapidamente. “O Tomahawk é uma arma incrível e muito ofensiva”, afirmou Trump, indicando que a Rússia não deveria precisar desse tipo de armamento. O alcance dos mísseis, de cerca de 2,5 mil quilômetros, permitiria à Ucrânia atacar alvos em território russo, incluindo Moscou.

Reações de Moscou

Peskov alertou que, caso os mísseis sejam lançados contra a Rússia, o país terá que considerar a possibilidade de que algumas versões possam carregar ogivas nucleares. Ele questionou como a Federação Russa deve reagir a uma situação em que um míssil de longo alcance é lançado.

Vladimir Putin já havia sinalizado anteriormente que o envio de mísseis Tomahawk à Ucrânia poderia romper as relações entre Moscou e Washington. Além disso, reportagens indicam que os EUA têm apoiado a Ucrânia em ataques de longo alcance, especialmente contra instalações energéticas russas, com assistência na definição de rotas e missões para driblar as defesas aéreas.

Implicações do Apoio Americano

O apoio americano à Ucrânia tem se intensificado, com a inteligência dos EUA ajudando no planejamento de ataques. Essa colaboração tem potencial para alterar o equilíbrio de poder no conflito, aumentando a capacidade da Ucrânia de atingir alvos estratégicos na Rússia. A situação permanece tensa, com desdobramentos que podem impactar as relações internacionais e a dinâmica do conflito.

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