- A Comissão Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) divulgou nota nesta quinta-feira, 16 de outubro, condenando as operações da CIA na Venezuela, após Trump confirmar a autorização para ações da agência no país.
- O PT classifica a atuação como afronta à soberania da Venezuela e violação do Direito Internacional; também critica as forças armadas dos EUA por supostas execuções.
- A nota menciona histórico de intervenções dos EUA para mudar regimes, aludindo indiretamente ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.
- Trump afirma que a Venezuela é narcoestado e aponta o Cartel de Los Sóles como principal responsável pelo tráfico internacional, com drogas chegando ao país pelo mar.
- O governo americano afirma buscar ampliar ações para interromper o tráfico, considerado ameaça aos cidadãos dos EUA.
A Comissão Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) divulgou uma nota nesta quinta-feira, 16 de outubro, condenando as operações da CIA na Venezuela. A declaração surge após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmar a autorização para ações da agência no país, alegando combate ao narcotráfico.
O PT considera a atuação da CIA como uma “afronta à soberania” da Venezuela e uma violação do Direito Internacional. O partido também critica as forças armadas americanas, acusando-as de “execuções sumárias de vidas humanas”. A nota menciona um histórico de intervenções dos EUA para mudar regimes que considera hostis, aludindo indiretamente ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.
Trump, por sua vez, justifica as operações afirmando que a Venezuela se tornou um narcoestado, com o Cartel de Los Sóles sendo apontado como o principal responsável pelo tráfico internacional de drogas. O governo americano acredita que a ascensão de Hugo Chávez ao poder, em 1999, intensificou a estatização do narcotráfico no país.
As declarações de Trump foram feitas em uma entrevista no Salão Oval, onde ele destacou que muitas drogas provenientes da Venezuela chegam aos Estados Unidos pelo mar. O governo americano busca intensificar os esforços para interromper esse tráfico, que, segundo Trump, representa uma ameaça aos cidadãos americanos.
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