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Brasil não consegue avanços em reunião com EUA, dizem aliados bolsonaristas

Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo dizem que reunião de Mauro Vieira com EUA não rendeu ganhos; Bolsonaro cobra transparência e fim do lawfare, Figueiredo questiona notas genéricas

Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo comentam reunião. (Foto: Reprodução / X @pfigueiredo08)
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  • O ministro das Relações Exteriores Mauro Vieira recebeu representantes dos Estados Unidos no dia 16 de outubro de 2025, em busca de avanços diplomáticos.
  • O deputado Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueiredo criticaram os resultados da reunião, afirmando que não houve ganhos concretos.
  • Eduardo Bolsonaro afirmou, em postagem na X, que reuniões produtivas geram satisfação e compartilhamento, enquanto ele destacou que houve “saí correndo das perguntas” e ressaltou a necessidade de eleições transparentes e do fim do lawfare.
  • Paulo Figueiredo disse que o Itamaraty divulgaria uma nota genérica, mas que, na prática, não houve ganhos, questionando a eficácia da comunicação oficial e dizendo que os representantes brasileiros saíram “de mãos abanando”.
  • As críticas levantam dúvidas sobre a eficácia da diplomacia brasileira e a transparência das comunicações do Itamaraty.

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o jornalista Paulo Figueiredo criticaram os resultados da reunião entre o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, e representantes dos Estados Unidos. O encontro, que ocorreu no dia 16 de outubro de 2025, gerou expectativas de avanços diplomáticos, mas, segundo os críticos, não trouxe resultados concretos.

Eduardo Bolsonaro afirmou que a postura de Vieira após a reunião indicava um fracasso nas negociações. Ele declarou em uma postagem na rede social X que, em reuniões produtivas, a expressão é de satisfação e há muito a ser compartilhado, ao contrário do que ocorreu. “Saí correndo das perguntas”, destacou. O parlamentar também enfatizou que o Brasil não conseguirá avanços sem eleições transparentes e o fim do que ele chamou de “lawfare”, referindo-se à perseguição jurídica.

Críticas ao Itamaraty

Paulo Figueiredo seguiu a mesma linha de crítica, sugerindo que o Itamaraty divulgaria uma nota genérica sobre a reunião, mas que, na prática, não houve ganhos. Ele questionou a eficácia da comunicação oficial e afirmou que, segundo suas informações, os representantes brasileiros saíram “de mãos abanando”.

A reunião entre Vieira e os representantes dos EUA estava cercada de expectativas, especialmente após notas anteriores que indicavam um clima de otimismo. No entanto, as declarações de Bolsonaro e Figueiredo levantam dúvidas sobre a eficácia da diplomacia brasileira e a transparência das comunicações do Itamaraty.

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