- O Louvre, museu mais visitado do mundo, foi fechado na manhã de domingo, 19 de outubro de 2025, após roubo confirmado pela ministra da Cultura, Rachida Dati, com detecção logo após a abertura.
- Não há informações sobre o que foi levado nem feridos; a ministra está no local acompanhando a situação com a equipe do museu e a Polícia Nacional.
- O fechamento foi classificado como medida excepcional; segundo a ministra, pelo menos uma pessoa teria entrado no prédio, mas não houve confirmação sobre furtos.
- O Louvre recebe mais de oito milhões de visitantes por ano e abriga obras como a Mona Lisa; o fechamento repentino ocorre em meio a preocupações históricas com infraestrutura.
- Em janeiro, o diretor Laurence des Cars alertou para vazamentos de água e instalações inadequadas; o presidente Emmanuel Macron havia anunciado planos de renovação para melhorar as condições de visitação, que também afetam a conservação das obras.
O Louvre, o museu mais visitado do mundo, foi fechado na manhã deste domingo, 19 de outubro de 2025, após um roubo confirmado pela ministra da Cultura, Rachida Dati. O incidente ocorreu logo após a abertura do museu, mas detalhes sobre o que foi levado ainda não foram divulgados. Segundo Dati, não há feridos e ela está no local acompanhando a situação com a equipe do museu e a polícia.
O Louvre, que recebe mais de 8 milhões de visitantes anualmente, abriga obras icônicas como a Mona Lisa. O fechamento repentino do museu foi classificado como uma medida excepcional, mas a administração não forneceu informações adicionais sobre o ocorrido. Um membro da equipe da ministra informou que pelo menos uma pessoa teria entrado no museu, mas sem especificar sobre possíveis furtos.
Renovação e Infraestrutura
A situação do Louvre já era preocupante antes do roubo. Em janeiro, o diretor do museu, Laurence des Cars, alertou sobre problemas de infraestrutura, como vazamentos de água e instalações inadequadas. O presidente francês, Emmanuel Macron, havia anunciado planos de renovação para melhorar as condições de visitação, que se tornaram um “fardo físico” para os visitantes.
Des Cars destacou que o espaço sob a pirâmide de vidro não possui isolamento adequado contra temperaturas extremas e amplifica ruídos, afetando tanto o público quanto os funcionários. A falta de infraestrutura adequada levanta questões sobre a conservação das obras, especialmente em um lugar que é um dos maiores centros artísticos do planeta.
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