- Um assalto ocorreu no Louvre, em Paris, na manhã de 15 de outubro de 2025, quando quatro ladrões usaram um elevador de móveis para acessar uma janela da galeria Apollon e levar joias em cerca de sete minutos, deixando parte do equipamento para trás.
- A operação envolve sessenta investigadores que trabalham para identificar os criminosos e localizar as peças roubadas.
- O ministro da Justiça, Gérald Darmanin, disse que houve falhas na segurança do museu e que o episódio mancha a imagem da França.
- A pressão política aumenta, com o líder do partido de extrema direita dizendo que o roubo é uma humilhação; auditorias anteriores já apontavam problemas como falta de câmeras e atrasos na atualização de equipamentos.
- A ministra da Cultura afirmou que os alarmes foram acionados e os guardas seguiram o protocolo, mas a falta de investimentos em segurança continua sendo tema de críticas, enquanto o governo busca respostas e ações concretas.
- O presidente Emmanuel Macron afirmou que todos os esforços estão sendo feitos para localizar os responsáveis e recuperar as joias, diante da comoção e críticas sobre a eficácia das medidas de segurança.
Um assalto audacioso ocorreu no Louvre, em Paris, na manhã de domingo, 15 de outubro de 2025. Quatro ladrões utilizaram um elevador de móveis para acessar uma janela da galeria Apollon e, em apenas sete minutos, roubaram joias valiosas, deixando parte do equipamento para trás. O incidente levanta preocupações sobre a segurança em um dos museus mais visitados do mundo.
A operação policial já está em andamento, com uma equipe de 60 investigadores em busca de pistas que possam levar aos criminosos. O ministro da Justiça, Gérald Darmanin, reconheceu que houve falhas significativas na segurança do museu, afirmando que o incidente mancha a imagem da França. “O que é certo é que falhamos, pois pessoas conseguiram estacionar um elevador de móveis no centro de Paris e realizar o roubo”, declarou em entrevista.
Pressão Política
Este roubo intensifica a pressão sobre o governo francês para reforçar a segurança em museus. O líder do partido de extrema direita, Jordan Bardella, classificou o roubo como uma “humilhação” para o país. Recentes auditorias já haviam apontado problemas de segurança, incluindo a falta de câmeras em várias áreas e atrasos na atualização de equipamentos.
A ministra da Cultura também se manifestou, afirmando que os alarmes de segurança foram acionados durante o roubo e que os guardas do museu seguiram o protocolo de segurança. Contudo, a falta de investimentos em pessoal e segurança tem sido uma preocupação crescente, com sindicatos ressaltando que a proteção dos visitantes e das coleções está comprometida.
Desdobramentos
Após o roubo, o governo francês enfrenta críticas sobre a eficácia das medidas de segurança em suas instituições culturais. O presidente Emmanuel Macron afirmou que todos os esforços estão sendo feitos para localizar os responsáveis e recuperar as joias. Com a pressão aumentando, espera-se que ações concretas sejam tomadas para evitar que incidentes como este se repitam no futuro.
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